let's be cool
Saudações, visitante! Neste momento, você se encontra no Hishoku no Sora, um blog pessoal sem fins lucrativos. Aqui se fala de tudo um pouco, então fique à vontade!
A versão atual é inspirada na música "Afraid to be Cool", ilustrada por Jimin e Jungkook (BTS, War of Wormone).

the coolest
Kawasumi Shana, 24 anos e contando +1 todo dia 7 de fevereiro - logo, sou toda aquariana. Adoro música, mangás, animes, filmes e livros. Odeio insetos, injeções e filmes de terror, sou criativa e contraditória, possivelmente tenho um parafuso a menos - mas juro que sou legal. Ou não. more?

come with me!


Follow

scream out!

what did you say?

bye baby bye!

 
Hishoku no Sora
Google Chrome | 1366x768


De volta ao infern-, à rotina.
Aloha, queridos leitores!
Cá estou eu, depois de minha primeira semana de aula pós-férias. Preciso dizer que foi uma coisa assim, bem diferente do que eu esperava: enquanto alguns professores já aproveitaram pra tocar o terror na turma logo de cara - já tenho três ensaios do Freud pra ler, em espanhol - alguns sequer deram as caras. Apesar disso, sobrevivi muito bem, obrigada. A parte mais interessante de ter voltado pra Assis - pra quem ainda não sabia, eu estudo no interior - é que parece que nunca sequer saí daqui. A única novidade é o shopping da cidade, com cinema, área de jogos e tudo o mais. E, claro, fui até lá duas vezes só essa semana, porque jogar naquelas máquinas que dão tickets é muito magnífico. \o\
Eu tinha planejado muitas coisas para esse post - aliás, era pra ele ter saído domingo passado! -, mas meus planos nunca funcionam anyway. Nada que não possamos superar, é claro. Como já tive que ler um livro para a faculdade e já tinha planejado uma resenha de um mangá pra postar aqui, vamos com o que a gente tem. 8D

Pra começar, Kodomo no Omocha. Primeiramente, é extremamente necessário dizer que esse mangá é de 1994, o que o torna bem peculiar - diferente do que estamos acostumados, eu acho. Kodocha conta a história de Kurata Sana, uma garota do fundamental cheia de talento e carisma que é atriz nas "horas vagas". Digo isso porque o negócio da Sana, nossa heroína, é aproveitar a sua infância/juventude, então é bem comum vê-la declinar a propostas de emprego porque não teria tempo de ir à escola, por exemplo. A vida dela só não é essa coisa linda que a gente esperava por causa de um de seus colegas de sala, um delinquente bem barra pesada chamado Hayama Akito. Basicamente, a história gira em torno de Sana e seus colegas, e como ela equilibra sua vida pessoal com seu trabalho de atriz mirim.
No começo da história, parece tratar-se de um mangá infantil - até porque a maioria das personagens, inclusive a heroína, são crianças. O próprio título do mangá traz essa ideia - literalmente, significa "Brinquedo de Criança". Conforme a gente lê, no entanto, podemos ver a história "amadurecendo" junto com a protagonista, saindo de um mangá leve e divertido pra algo mais intenso e complexo. Nos últimos volumes, a história vai ficando cada vez mais dramática e intensa, tratando de temas mais sérios, como psicopatas e doenças psicológicas.
É justamente por isso que eu chamo atenção para a época desse mangá. Antes que você se surpreenda com esse drama todo, é preciso lembrar que Kodocha é um mangá muito antigo, e os valores e gostos dos leitores eram bem diferentes do que são hoje. Se você boiou nessa parte, é só lembrar que Naoko Takeuchi também publicava nessa época e, se você leu alguma obra além de Sailor Moon, deve saber do que eu estou falando. Outro mangá que é também dessa época, pra ilustrar um pouco melhor, é Hana Yori Dango. Se você assistiu ao dorama (que é bem recente em relação ao mangá, que começou a ser publicado em 1992), entende o que estou tentando dizer com "drama". Também vale a pena ressaltar que tudo nesse mangá é bem "irreal", até caricaturato, uma característica que tem sumido um pouco nos shoujos de hoje que, no geral, retratam bem a realidade.
Pra você que se interessou, Kodomo no Omocha é criação de Obana Miho, e conta com 10 volumes. Eu li a série inteira no Manga Fox, em inglês, mas deve ter em português em algum lugar desse mundo. Pra quem quiser mais, existe também uma série animada, que passou no Japão entre 1996 e 1998, e conta com 102 episódios. Eu procurei sobre no youtube, mas acabei desistindo de ver assim que ouvi as vozes das personagens. Não gostei da escolha dos dubladores - embora talvez não houvessem lá tantas opções naquela época -, sequer consegui aguentar a voz do Akito. -- Enfim, isso é uma opinião beeem minha, então, sintam-se à vontade para conferir vocês mesmos! Pra quem quiser, tem alguns episódios aqui no Anitube.
Uma última curiosidade: durante o mangá, Sana participa de um filme, chamado "Mizu no Yakata" (Mansão de Água). Para a nossa alegria, Obana Miho-san - a autora de Kodocha - fez um mangá contando a história do filme! *-* Os dois primeiros capítulos narram a história das personagens interpretadas por Sana e Naozumi durante as filmagens, em "Kodocha", e o terceiro e último capítulo é um making-of do longa-metragem, com vários erros de gravação - super divertidos, por sinal. A história é maravilhosa, eu super recomendo! Se você entende de inglês ou tem uma relação bacana com o tradutor, basta clicar aqui!

Embora já tenha visto há algum tempo, eu queria muito falar desse filme. Precisamos falar sobre o Kevin é um filme de 2011, baseado no livro homônimo de Lionel Shriver, que trata de um massacre escolar fictício. Dirigido por Lynne Ramsay, o filme gira em torno de Eva Khatchadourian e seu relacionamento estranho e complicado com seu filho mais velho, Kevin. O filme trata de temas complicados, como psicopatia e depressão pós-parto, e é extremamente intenso. Não tem nenhuma cena pesada, apesar de você duvidar sériamente disso enquanto assiste. Impossível não se sentir abalado com as atuações magníficas de Tilda Swinton e Ezra Miller ou terminar o filme sem questionar sua própria sanidade. Essa história retrata bem aquela velha ideia de que existe um psicopata dentro de cada um de nós, ou que situações como a retratada no filme podem acontecer com qualquer um - recentemente, inclusive, tivemos notícias de um massacre em um cinema lá nos Estados Unidos, não? O longa também conta com vários simbolismos, muito bem sacados - como Eva limpando sua casa ao longo de todo o filme. É um daqueles que você não pode morrer sem assistir, haha! xD
Segue abaixo um trailer do filme, pra atiçar um pouquinho aos leitores! \o\



Essa semana li, para a aula de psicanálise, Freud e a Alma Humana. Não é um livro que você veria na prateleira e compraria, ou algo interessante pra se ler a não ser que tenha interesse na obra freudiana. Ainda assim, é um livro interessante. Escrito por Bruno Bettelheim, trata basicamente sobre a infinidade de traduções errôneas da obra do pai da psicanálise, trabalhando principalmente a versão inglesa das obras.
Não é necessário ler a obra inteira do Freud ou entender de psicanálise para ler esse livro, aviso desde já. Recomendo a leitura simplesmente porque é, de fato, interessante. Bettelheim nos mostra, com vários exemplos, o quão distorcida a psicanálise ficou após sua tradução para o inglês. Tendo o alemão como sua língua materna, ele traduz vários trechos e explica vários usos das palavras escolhidas por Freud, e mostra o quão defeituosa é a tradução em inglês. O título se refere ao fato de, ao longo de toda a sua obra, Freud referir-se sempre à alma, ressaltando a importância da essência humana para o compreendimento de nossa própria psique. Na versão traduzida, no entando, a palavra "Seele" - "alma", em alemão - é traduzida como "mente" - o que ilustra a dura crítica do autor a "medicalização" da psicanálise nos Estados Unidos. O mais interessante nesse livro é o contato que temos com um Freud mais humano, preocupado única e exclusivamente com a psique de seus leitores. Vale a pena conferir, tem só 100 páginas e dá pra ler num dia só! :3

Ontem, enquanto navegava sem rumo pela internet - aquele momento em que todos os seus contatos do msn estão offline e você não tem nada melhor pra fazer -, comecei a caçar músicas de Vocaloid no youtube, um dos meus maiores hobbies. Pra quem é fã, sabe que quando alguma música mais dançante/viciante faz sucesso, logo aparece uma coreografia pra ela, junto com uma infinidade de vídeos com gente dançando das formais mais inusitadas - como essa versão de montes e montes de cosplayers e pessoas aleatórias dançando Bad Apple. Enquanto navegava, passei a procurar vídeos com a coreografia de Freely Tomorrow, da Hatsune Miku, e encontrei a coisa mais inusitada e fofa de todos os tempos: Ririri.
Ririri é uma garotinha super amável, de 6 aninhos, que dança melhor do que eu, do que você que está lendo, do que meio mundo. É absolutamente incrível o fato de ela lembrar e executar perfeitamente todas as coreografias e, must say, melhor do que muito marmanjo que eu já vi por aí. Fiquei encantada, e preciso, necessito compartilhar isso com vocês!


É simplesmente surpreendente, não tem outra palavra pra descrever. Se puderem, procurem mais vídeos dessa fofura - eu recomendo esse, de Strobo Nights, que tem uma coreografia bem complicadinha de decorar. É uma delícia de assistir, principalmente pelo fato de ela parecer se divertir imensamente dançando! Fora o figurino: Ririri é uma garotinha mais que estilosa.
Bom, queridos leitores, eu vou ficando por aqui. Espero que tenham gostado! :) Kisu, ja ne! o/

Ouvindo Freely Tomorrow by Hatsune Miku


Marcadores: , , , , , ,


By Shana • domingo, 5 de agosto de 2012 • 0 ComentáriosLink to this post


«older newer»