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Saudações, visitante! Neste momento, você se encontra no Hishoku no Sora, um blog pessoal sem fins lucrativos. Aqui se fala de tudo um pouco, então fique à vontade!
A versão atual é inspirada na música "We Don't Talk Anymore", ilustrada por Jimin e Jungkook (BTS).

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Kawasumi Shana, 24 anos e contando +1 todo dia 7 de fevereiro - logo, sou toda aquariana. Adoro música, mangás, animes, filmes e livros. Odeio insetos, injeções e filmes de terror, sou criativa e contraditória, possivelmente tenho um parafuso a menos - mas juro que sou legal. Ou não.more?

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Natal, resenha e coluna nova!
Olá, olá, queridos leitores!
Nada como uma semana hibernando de descanso para recuperar as energias, certo? Pois bem! Eu provavelmente estaria muito mais animada se não tivesse pego um maldito resfriado, mas não é nada que eu não possa superar. Espero.
Bem. Desde a última postagem, venho me dedicando aos preparativos natalinos - que vão de comprar presentes à decorar minha casa, o que é um dos meus hobbies preferidos, e me desanima o fato de poder praticá-lo só no fim do ano. Deixando isso de lado, a maior atividade foi montar a árvora de natal. Usamos a mesma árvora já fazem quase dez anos, e seguimos à risca a tradição de "um enfeite novo todo ano" - sendo assim, você já pode imaginar a quantidade de enfeites que a gente deve ter, já que nem sempre aquele que você gosta vende por unidade. Aliás, essa coisa "unitária" é bem recente, então... Mas, apesar de ter gastado uma tarde ineira, a árvore ficou linda de viver, e todos curtem o meu xodó. ♥ E é claro que tem foto da árvore de natal, porque vocês não podem seguir em frente na vida sem admirar a minha obra prima:

Pode dizer, eu sei que você tem inveja da minha árvore!

Também aproveitei para fazer outras coisas, tipo comprar alguns presentes e caçar cartões de natal. Como este ano não consegui encontrar os pacotes - pessoas que mandam muitos cartões, como eu, compram de pacote mesmo! -, optei por fazê-los eu mesma. Não vou dizer que não de trabalho, porque deu, mas usei e abusei da criatividade - já que não tinha muito material disponível - e fiquei satisfetíssima com o resultado! Pretendo tirar fotos antes de enviar os benditos, e daí trago-os para que vocês possam ver. ;) E recomendo a ideia porque, segundo mamãe, as pessoas se sentem mais felizes sabendo que você perdeu seu tempo fazendo algo pra ela - daí, quem sabe de perdoam por mandar só o cartão, sem o presente, haha!
Mudando drasticamente de assunto, hoje resolvi trazer uma resenha que há tempos estou devendo, de um anime que assisti há algumas mil eras faz um tempinho: Arcana Famiglia.






La Storia della Arcana Famiglia, ou só Arcana Famiglia, foi lançado na temporada de verão – inverno no Brasil – de 2012. Trata-se de uma adaptação de um jogo com o mesmo nome, e conta a história da Arcana Famiglia, uma organização com misteriosos poderes que tem protegido uma pequena ilha mediterrânea de piratas, estrangeiros e outras ameaças. A única filha de Papa, o “chefe” da família – que está mais pra máfia -, chamada Felicitá, irá se casar com o próximo cabeça da família em dois meses – e o sucessor, que receberá o título de “Papa”, será decidido em uma competição – o Arcana Duello -, na qual a própria Felicitá participará em prol de sua liberdade.
 Já faz algum tempo que assisti esse anime, e demorei, demorei muitíssimo pra terminar. O motivo? O anime não prende, simples assim. Embora a história tenha um tema interessante – mafiosos exóticos, ilhas mediterrâneas, poderes misteriosos! -, ela é muito mal elaborada, na minha humilde opinião. O shounen passa longe neste anime e, embora haja um foco extremo no desenvolvimento emocional das personagens, ele sequer é relacionado ao enredo. O anime conta com 13 episódios, e quando estava pra lá do 9º eu já contava com uma segunda temporada – praticamente NADA acontece! O anime foca muito no desenvolvimento emocional e amadurecimento da protagonista, Felicitá, e foca também a relação dela com dois outros personagens, Nova e Libertá. Ainda assim, esses mesmos aspectos são muito pouco desenvolvidos no anime, ou melhor, mal elaborados. A continuidade entre os episódios praticamente não existe, e  a sensação é de que cada episódio novo se trata de um filler – aqueles episódios que só foram inseridos pra encher linguiça, e não têm conexão nenhuma com o enredo.
Outra coisa que me incomodou muito foi a personalidade apagada da protagonista. Ok, essa não parece ser uma boa descrição mas, vá por mim, não existe palavra melhor para falar dela: é praticamente uma personagem secundária, sem “presença de palco”, digamos assim - o que me deixou profundamente decepcionada, já que a OP e as imagens da série fazem uma propaganda bem diferente dela.
Ao contrário do que eu esperava, no entanto, em apenas três episódios o anime é perfeitamente concluído, com um final sem sal nem açúcar.
Arcana Famiglia, porém, tem lá seus pontos fortes. O character design é maravilhoso, a dublagem é muito boa (as vozes combinam muito bem com as personagens) e a trilha sonora – e aqui não falo dó das OPs e EDs, mas também das músicas que tocam DENTRO do anime – é maravilhosa, daquelas de dá vontade de baixar todo o soundtrack. Todas as personagens são muito carismáticas, e fica difícil achar alguém que você não goste, o que é um dos pontos fortes, mas também fracos do anime: o que os personagens têm de elaborado, falta no enredo.
Por fim, não vou dizer que Arcana Famiglia deveria ser descartado da sua lista, mas, sinceramente? Não faz a mínima diferença se você não assistir. A franquia ainda conta com uma adaptação para mangá e, nas poucas páginas que li, pareceu bem mais interessante do que a animação. Vale ressaltar que esse é um daqueles games onde você tem uma gama de homens bonitões dando em cima de uma única garota e, de uma forma ou de outra, nem toda adaptação é necessariamente feliz, se entendem o que quero dizer. Também vale lembrar que o que está exposta aqui é a minha opinião, então, fica a critério do leitor conferir a série, no fim das contas. Maaaas, caso sinta-se arrependido, não vá dizer que não avisei!



Por fim, aproveitando para inagurar a "coluna" nova: Fica a dica! Porque, vejam bem, tem coisas nessa vida que vale a pena indicar para os coleguinhas, e eu não ia perder essa chance.
Pois bem, a dica de hoje é o filme Tão Forte e Tão Perto - em inglês, Extremely Loud & Incredibly Close -, baseado no best-seller de Jonathan Safran Foer e com direção de Stephen Daldry. O filme tem como pano de fundo o atentado de 11 de Setembro ao WTC, e nos contempla com a história do pequeno Oskar Schell, filho de uma das vítimas da tragédia. Após a perda do pai, Oskar encontra no armário do mesmo uma chave e, determinado de que esse é mais um dos enigmas deixados por seu progenitor, resolve vasculhar todos os cantos de Nova York atrás da fechadura na qual a misteriosa chave se encaixe.
O filme é de 2011 e conta um um elenco de ouro, com direito a Sandr Bullock e Tom Hanks no mesmo filme. Outra coisa muito interessante - que é mais legal saber depois de ver o filme, mas já vou postando mesmo assim - é que a escolha dos atores está intimamente relacionada com as personagens que eles encarnam. O pequeno Oskar é interpretado pelo estreante Thomas Horn, que é um menino gênio na vida real - e você vai entender esse comntário depois de ver o filme, vai por mim - e o misterioso inquilino, que não diz uma única palavra o filme inteiro, é interpretado por Max von Sydow, ator que, segundo um professor da minha faculdade, não tem um domínio muito bom do inglês e, por isso, não seria muito escalado para papéis de grande destaque. Em suma, é um filme que vale muito a pena conferir, então fica a dica pra você que está de férias, ou pra você que não tem o que fazer no próximo fim de semana!


Peço perdão pela má qualidade do vídeo, mããããs, é o que tem pra hoje. Enfim, queridos leitores, eu fico por aqui. Espero que tenham gostado! Um beijo pra quem fica, e até a próxima! :)

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By Shana • segunda-feira, 17 de dezembro de 2012 • 0 ComentáriosLink to this post


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