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Aquele post fotográfico #7
Ou: dois meses da minha vida em um post, com imagens.
Saudações, caros leitores! Depois de um mês inteiro postando toda semana, acho que já era de se esperar um sumiço repentino de exatos 18 dias - classic Shana, ninguém está realmente surpreso.
Meu atraso, contudo, é mais que justificado: entre o final de setembro e meio de novembro a vida aconteceu loucamente e, como sempre, em vez de fazer várias pequenas postagens, o cansaço e a preguiça me obrigaram a acumular tudo pra um post só. Pra vocês terem noção: acumulei tanta coisa que precisei dividir esse post em duas partes, originando as edições 7 e 8 da série "aquele post fotográfico" (eu seriamente deveria fazer um marcador com isso, porque já virou a marca registrada desse blog a essa altura).
Enfim, sem mais delongas, porque o post em si já é longo o suficiente, vamos aos acontecimentos da minha muito badalada vidinha comum. Pra organizar, hoje vou falar apenas dos passeios, eventos e acontecimentos dos últimos meses, e vou deixar fotos de compras, presentes e outras coisas pra próxima edição. Venham comigo se tiverem coragem!
Algumas atualizações necessárias porque sim
Nesses últimos meses algumas coisas na minha vida se resolveram e outras, não. Pra começar, no começo de Outubro meu guarda-roupa finalmente chegou e minha casa ficou habitável de novo. Agora o último cômodo agora que está precisando de reformas e cujos móveis precisam ser trocados é nossa cozinha, e já nos organizamos aqui em casa pra fazer tudo acontecer antes do final do ano.
Sobre trabalho, acabei não passando no concurso que prestei pra São Bernardo do Campo, e aí fiz planos pra uma especialização em 2019, mas os valores estão impossíveis (870 por mês??? Me respeita dona especializações), então estou reorganizando meus planos pra ano que vem. Por hora sigo no meu atual emprego - apesar do cansaço, sinto que estou me acostumando com algumas coisas e conseguindo me organizar com outras, o que é bem positivo pra mim.
Fora isso, a vida segue sem maiores mudanças. O ano está acabando e logo mais eu começo meu balanço anual, então por hora vamos falar de acontecimentos mais emocionantes~
Liberdade
Em setembro e outubro fiz dois passeios na Liberdade, um pra turistar com uma amiga que viajou pra SP, e outro com a Bruna, minha parceira de crepes temáticos. Percebi recentemente que 90% dos meus rolês envolvem a Liba e a Hachi, e tentei variar um pouco essa constante. Pra começar, fiquei com a Bruna na rua até o anoitecer, coisa que eu não costumo fazer em São Paulo por uma série de motivos - rendeu boas fotos, como essa acima.


Recentemente, também me dei conta que é muito raro eu postá-los aqui, mas a Hachi tem uma gama imensa de crepes, inclusive salgados e franceses. O crepe acima chama-se "americano", e vai hamburguer, bacon, presunto e queijo, se me lembro bem. Geralmente vou na Hachi acompanhada, e costumo rachar crepes salgados com os amigos - sai bem em conta e termino bem satisfeita, visto que sempre como um crepe doce japonês, hahaha!
Outra coisa que eu nunca mencionei aqui, eu acho, é que a Hachi é um café & creperia, ou seja: eles servem bebidas quentes e geladas, como todos os cafés costumam fazer. Em Outubro eu resolvi experimentar uma bebida, e não me decepcionei - acabei jogando no certo e pedi um capuccino gelado, coberto com chantilly e calda de caramelo. A bebida é uma delícia e, no dia que pedi, dispensei o crepe salgado porque fiquei bem satisfeita (também, olhem o tamanho desse copo!). Paguei R$ 14,00, mas achei que valeu a pena.


Por fim, em setembro levei minha família pra conhecer a Hachi e a Daiso da Sé, e aproveitei pra comer o crepe experimental de Mousse de Avelã. Ele é bem baratinho, acho que paguei entre R$ 14,00 e R$ 16,00. Vem bastante mousse, chantilly, morangos e bananas cortadinhos - já estou torcendo pra ter passado a fase experimental e ter entrado oficialmente no cardápio, porque é uma delícia!
Mania de Churrasco
Esse é uma descoberta recente - como diz o nome, é uma rede de "fast food" que trabalha com churrascos e grelhados. Além de vários cortes de carne, eles também fazem hambúrgueres e outras gostosuras, como saladas, pão de alho e afins.
Descobri a rede numa noite em que levei minha mãe pra jantar e, depois, recomendei pras amigas durante um rolê aleatório na Paulista. Todas aprovamos!


Além das comidas, eles também fazem uma limonada com framboesas que é uma delícia - azedinha na medida certa, refrescante e fresquinha. Pela gostosura do cardápio, acho ele bem em conta - há algumas opções mais caras, contudo, mas em geral cabe no bolso de todo mundo. Aí na foto vocês veem 3 hambúrgueres (que eu sinceramente não me lembro de qual bife eram, mas eram de carne bovina), uma porção de batatas, uma porção de mini-pães de alho e as limonadas. Rachando as porções e tal, eu e minhas amigas não gastamos mais do que R$ 40,00 cada uma.
Sorveteria "Dona Nuvem"
Outra coisa que eu fiquei ensaiando pra experimentar e nunca consegui, e finalmente saí da vontade: a sorveteria Dona Nuvem!


Localizada na Augusta, uma "travessa" da Avenida Paulista, a Dona Nuvem é conhecida por seus sorvetes criativos envoltos por uma nuvem de algodão doce. Os mais populares têm confeitos coloridos, cores exóticas e enfeites de chocolate divertidos. A sede original é bem miudinha, localizada no meio de uma pequena galeria, mas é toda linda e decorada no tema de nuvem.


Até então, eu fiquei na vontade porque imaginei que os valores da Dona Nuvem seriam exorbitantes - na época que visitei, contudo, eles variavam de R$ 5,00 à R$ 18,00, incluindo os sabores veganos e as versões temáticas/com a nuvem de algodão doce.


O sorvete é personalizável, e para fazer o seu pedido basta preencher uma ficha em um balcão específico, levar até o caixa e esperar a sua senha. Acima, o mural com os "passos" para a construção do sorvete, e uma foto das fichinhas (que a gente preenche com giz de cera, achei divertido e complicado ao mesmo tempo). Na ficha tem os sabores, os toppings disponíveis e as opções de sorvetes especiais (na época eram sereia, tubarão, flamingo e unicórnio)


No dia eu resolvi ir full out e pedi um sorvete especial de Flamingo. A massa é leve e uma delícia, mas derrete super rápido e eles não economizam sorvete, então acabei sofrendo com o derretimento da minha guloseima mais tarde (deveria ter tirado menos fotos e me deliciado mais, ugh). Pedi o sabor céu azul (acho que era isso?), que tinha sabor de baunilha, se lembro bem. Pra garantir que você não se suje muito, a casquinha vem com um suporte de plástico pra abrigar o sorvete que vai derretendo, então você pode comer sua nuvem com calma sem se preocupar se suas mãos estão sujas.
Na teoria, né. Porque o meu derreteu, entrou no suporte e quando fui segurar pra morder a casquinha (depois de uma luta quase sangrenta com o algodão-doce), meu sorvete escorregou, pulou do suporte e foi ao chão. Comi só metade da casquinha ;-; (mas comi meu flamingo e minha nuvem, e a maior parte da massa, então ok). Minha única crítica é que meu flamingo era feito de chocolate hidrogenado, e estava bem duro, e chocolate é um negócio que eu não perdoo se estiver ruim. Acredito que seja pra facilitar o manuseio e até o consumo, mas idealizei tanto essas forminhas que acabei decepcionada. De resto, o sorvete é nota 10!
Feira Mística

Outro evento bacana que aconteceu ainda no final de Setembro foi a Feira Mística organizada pela ArtShine. Eu estava bem animada para as apresentações e para o evento em geral, mas diferente das outras feiras dessa empresa, que foram organizadas no Memorial da América Latina, a Feira Mística foi organizada num espaço na Avenida Paulista, que era absurdamente pequeno para a quantidade de gente que foi ao evento.
Fiquei bem decepcionada, acabei nem tirando fotos em função do efeito lata-de-sardinha. Tinham muitos, muitos estandes diferentes com muita variedade, tinha comida, mas eu acabei participando de pouca coisa. Fiz algumas compras, mas vou falar sobre no próximo post.
Vai ter outra edição da Feira em 24 e 25 de Novembro e, se tudo der certo, quem sabe consigo falar mais do evento dessa vez! Acima, o print de um vídeo que minha amiga fez sobre um dragão de sete cabeças que, aparentemente, era um incensário. Queria na minha vida, mas minha carteira disse "não". :<
Exposição "Vilões do Scooby-Doo"

... Ok. Aqui temos algo bem interessante que eu e minha mãe vimos em um shopping no mês de Outubro, mas que até agora não soubemos definir o que era. No meio do shopping havia uma exposição com 6 esculturas incríveis de vilões da série Scooby-Doo. Na época, achamos que era pra promover algum filme da série, mas quando procurei sobre pra fazer essa postagem, não encontrei absolutamente nada. Não tinha nada sobre o porquê da exposição no lugar, só os nomes dos vilões e uma pequena descrição de suas aparições na série. Seria a exposição apenas um evento de halloween? Fica aí o questionamento pra vocês - se souberem, me expliquem por favor!
Acima, uma foto do Barba Ruiva, um vilão inspirado em uma lenda sobre um pirata de mesmo nome.


A exposição era gratuita, e estava montada no meio do Shopping Butantã, em São Paulo. As esculturas eram muito bem feitas, contando com efeitos de luzes e vento pra dar um clima mais macabro. Acima, O Cavaleiro sem Cabeça, na versão Scooby-Doo.


Além do trabalho minucioso de detalhado, todas as esculturas (to usando esse termo, mas não sei se é o certo nesse caso) vinham com inscrições de metal na base, com um esboço dos personagens como apareciam na animação, os nomes, as descrições e como foram descobertos. Acho que cheguei a ver os episódios do Barba Ruiva e do Cavaleiro sem Cabeça na infância, mas faz tanto tempo que mal me lembro.
Acima, minha peça favorita, O Fantasma da Bruxa McCoy. Adorei as cores, os detalhes e a montagem da personagem! Pra mim, a bruxa foi a mais realista de todas, e me dava a impressão de que a qualquer momento ela ia se mexer e gritar comigo, HAHAHAHA!
Mulheres Radicais, na Pinacoteca

Exposição da Pinacoteca de São Paulo, Mulheres Radicais me chamou a atenção logo que estreou - haviam vários cartazes e banners sobre espalhados pela cidade, inclusive no metrô, mas demorei a descobrir do que se tratava. Acabei visitando na última semana, mas não me arrependi - talvez só tenha me arrependido do dia, porque nunca tinha visitado a Pinacoteca num final de semana e estava irritantemente lotado.
Mulheres Radicais é uma exposição de arte produzida por mulheres, todas com um viés político e de luta feminina - algumas peças falando sobre feminismo, feminilidade e a luta constante das mulheres numa sociedade machista, outras falando sobre questões políticas, as ditaduras em vários países da América Latina e o papel dessas mulheres nesse cenário.


A exposição tinha classificação indicativa para 10 anos, e contava com um painel logo na entrada com marcos históricos importantes, que ajudavam a entender o contexto das obras ali expostas. Tinha muita coisa que eu já conhecia, em especial por ter estudado América Latina na faculdade, mas eu nunca tinha visto a história por um olhar feminino, e achei muito interessante - intenso, empoderador e forte em muitos sentidos.


A mostra contava com um acervo bem variado - haviam fotos, montagens, filmes, esculturas, desenhos, vídeos, objetos, tudo com informações históricas e um breve comentário sobre as artistas, contextualizando todo o acervo. Foi muito bacana pra entender não só o papel social das mulheres e da sua luta, mas também pra ver formas diversas e arte e de movimentos artísticos.
Acima, uma sequência de fotos sobre uma artista que trancou as pessoas dentro da própria exposição de arte, como uma crítica à ditadura de seu país na época. Achei genial, hahaha!


Por fim, uma coisa muito bacana que eu adoro da Pinacoteca é a preocupação que eles têm com acessibilidade. Inclusive, cheguei a usar uma exposição deles voltada para pessoas com deficiência visual em um trabalho da faculdade (na verdade, uma aula que precisei organizar para a turma, e meu grupo acabou focando em outras acessibilidades que não a arquitetônica, o que nos levou a falar de arte, música e de outras coisinhas que fazem a vida ser o que é). Acima, a reprodução de uma obra cuja original era em tela, mas que foi esculpida para o proveito de pessoas cegas/com baixa visão. Achei fantástico, e fico muito feliz com esse tipo de trabalho!
Festival do Camarão

Por fim, o último evento que visitei foi o Festival do Camarão. Também da ArtShine e organizado no Memorial da América Latina, acabei decepcionada porque só tinha uma grande barraca que vendia camarão e outros frutos do mar. Haviam alguns estandes de comida portuguesa que vendiam frutos do mar também, e aparentemente era um "festival do camarão e de culinária portuguesa", mas enfim, né. Esperava mais, dona ArtShine.


Apesar disso, o que não tinha em variedade, tinha em fartura. A barraca de camarão oferecia porções de camarão, paella marinera, macarrão com camarão e queijo, bolinho de bacalhau e bubble drink - uma variedade inspirada no bubble tea, mas feita com água gaseificada em vez de chá. Não tirei foto, mas comprei uma de maçã verde com bubbles de morango, e adorei - inclusive, fiquei inspirada pra tentar fazer bebidas com água gaseificada em casa mesmo, hahaha!


Apesar da fartura, as porções não estavam nada baratas. Eu e minha mãe compramos uma de macarrão e uma de camarão, que nos custaram R$ 35,00 e R$ 45,00, respectivamente. Minha mãe achou que valeu o preço do camarão, e eu achei o macarrão delicioso - a porção era farta, contava com 3 camarões grandes, queijo parmesão ralado e uma "passada" em queijo padrão, que é muito saboroso mas também caro. Acima, foto das pessoas fazendo meu macarrãozinho ♥

A comida estava boa, mas a organização foi péssima. Era uma fila pra cada coisa, ninguém explicava isso pros clientes, tinha que pegar uma senha do outro lado que ninguém sabia também e estava um sol de matar. Ficamos quase 2h na fila, no sol, da hora que fizemos o pedido até a hora que pudemos, enfim, comer. Não sei dizer se valeu a pena, porque acho que nada vale o sol que eu tomei, mas nos demos por satisfeitas e descansamos um bom tempo na sombra depois.
Acima, a porção de camarão da minha mãe, com molho de alho pra acompanhar.


Alimentadas e descansadas, minha mãe decidiu que deveríamos caçar doces. No caminho, acabamos comendo um bolinho de bacalhau bem saboroso, compramos doces "periféricos", como minha mãe costuma chamar, frutas cristalizadas e acabamos encontrando esse food-truck de churros gourmet. Minha mãe decidiu comer um sorvete cuja casquinha era feita em churros, e se sujou inteira. Me custou R$ 18,00, mas vinha bastante sorvete, creme entre o churros e o sorvete, kit kat, chantilly feito com creme de leite fresco e morango, então achei que valeu o investimento.


Como eu não estava muito afim de me sujar, optei por um sorvete no copo, que vinha com 3 churros fininhos - o jeito original de comê-los, diga-se de passagem. Pedi duas bolas de leite ninho trufado, e achei uma delícia - leve, cremoso, docinho na dose certa. Esse foi R$ 15,00, e achei que valeu o preço. Fiquei bem satisfeita com ele.
Por fim, nós acabamos circulando pela feirinha comercial que costuma rolar ali no Memorial quando tem esses eventos, e fizemos algumas comprinhas - das quais falarei na parte 2 desse post.

UFA! Tentei ser o mais breve possível nessa narrativa toda, mas ninguém está surpreso com o quão gigante essa postagem ficou, não é mesmo? Pois é. No fim, eu sempre digo que não vou mais deixar meus acontecimentos acumularem, mas eu simplesmente não consigo - seja pela correria, cansaço ou preguiça, eu não consigo mais atualizar o blog na mesma velocidade em que as coisas acontecem na vida real, hahahaha! Quem sabe um dia eu me acostume com essa coisa de vida adulta e consiga ser uma pessoa plena e organizada. Até lá, seguimos com a programação normal, que é basicamente uma zona cumulativa. -qqq
E vocês, queridos leitores, o que acharam? Qual evento os atraiu mais, o que os deixou na vontade? Contem pra mim, que eu adoro saber! Por hora, encerro esse post por aqui, porque estou cansadíssima. Beijinhos a todos, e até a próxima!

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Written by Shana | 18 de novembro de 2018 | 4 Comentários | link to this post



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