Saudações! Seja bem-vinde ao Hishoku no Sora, um espacinho virtual onde há 20 anos escrevo sem pretensão alguma - e agora sem compromisso também, risos. Se essa for sua vibe, sinta-se em casa (as lembre-se que não está)!
webmiss
Kawasumi Shana, nascida em 07 de Fevereiro '93. Gosto de fazer rolês gastronômicos por SP, gastar tempo fazendo nada e
comprar mais washi tapes do que o necessário. Organizo a vida em planilhas, sou muito criativa (porém cansada), mais sarcástica do que é humanamente aceitável e a cada ano que passa fico ainda mais introvertida e antisocial, risos. { mais? }
Tell me, have I not given you enough?
If you ever loved me, let me go
Adeus, 2016
Vai tarde, se formos honestos. 2016 foi um ano de poucos altos e muitos baixos, e embora num geral algumas coisas até tenham dado certo pra mim, 80% deste ano foi o caos. Acho que ninguém vai se lembrar muito de 2016 com carinho e nostalgia, mas pra mim foi um ano de iniciar e encerrar muitos ciclos na minha vida. Aprendi muito em 2016, mudei muito m 2016, vivi muito em 2016.
No ano passado, eu terminei o mesmo falando sobre receber o que viesse de braços abertos e tentar ser uma versão melhor de mim. Dar o meu máximo naquilo que dependia de mim, e deixar acontecer aquilo sobre o qual eu não tivesse controle ou voz. Foi assim que sobrevivi à 2016. Além desses "votos", eu estabeleci 5 metas pra mim mesma, e é chegada a hora de fazer aquele balanço.
Meus estimados leitores, feliz natal a todos vocês! Os votos estão atrasados, mas a intenção está valendo, eu espero ♥ Como passaram a ceia? Espero que tenham comido muita coisa gostosa, recebido os abraços mais quentinhos e apertados e que tenham passado a data com as pessoas que mais amam :> Confesso a vocês que minha parte preferida do natal chega a ser mais a preparação pra ele - compras, planos, decorações! - do que a data em si, hahaha! Mas todo mundo adora comida boa, ganhar presentes e celebrar a vida - acho eu -, então espero que todos tenham celebrado da maneira mais mais lhes convém e agrada 💕
O post de hoje é festivo, então vou me abster dos presentes cafonas de amigo secreto, dos debates políticos com os parentes e das piadinhas com pavê - aqui falaremos de coisa boa, então vamos começar com um agradecimento a todos vocês, que acompanharam a mim e ao Hishoku por esse 2016, que foi longo, mas ao qual sobrevivemos (bem, ao menos por hora!)
Saudações novamente, queridos leitores! Como vão todos? Eu tô bem sumida sim e confesso que em grande parte por falta de vontade mesmo - zero ânimo para postar. Apesar disso, meu auto-declarado recesso tem sido bem ativo, e eu mal tenho tido tempo pra fazer as coisas que eu havia planejado inicialmente - trouxe dois livros comigo e não li nenhum até agora, não li nenhum mangá, não assisti nenhum anime, só faxinei, saí e consegui adiantar um pouquinho minha pesquisa.
Como têm acontecido várias coisas, decidi trazer mais de minhas aventuras pra vocês - desta vez, na SP Tour, porque de Ax eu saí dia 10. A viagem foi uma droga, trocaram meu ônibus, minha poltrona, pegamos um acidente na estrada e tudo o mais, mas foi só chegar em SP pra que tudo melhorasse - já passei a tarde papeando com minha mãe e meu irmão, e a noite saímos pra comer fora. De qualquer maneira, 2016 foi uma tour complicadíssima e caótica, e eu não espero menos que isso pro final dele D: Enquanto as coisas ainda estão dentro dos limites, vamos falando de coisa boa que tragédia já tem de monte na TV,
Saudações, caros leitores! Como têm passado? Espero que todos bem :3 Comentei com vocês no post passado que em Novembro eu viajei para Presidente Prudente - uma cidade do interior de SP. Apesar disso, Prudente é uma cidade até grande, com prédios e tudo, como podem ver na foto acima, e me senti praticamente em casa por lá. Por mais bizarro que pareça, é sempre estranho olhar pra paisagem de AxCity e não ver prédios - deve ser coisa de "gente da cidade grande", como eu, vai entender.
O motivo da viagem foi, basicamente, visitar um amigo muito querido que mora por lá, o Miguel. Já fazia tempo que a gente não se via, e eu já tinha avisado que faria uma visita caso minha bolsa saísse, então foi mais combinar um dia e zarpar mesmo. Peguei um ~circular~ e cheguei lá em 3h - embora hajam opções mais rápidas, mas daí era o triplo do preço, e entre pagar vintão e sessenta, a escolha é meio óbvia.
E começa dezembro! Mês festivo, mês bonito, mês todo iluminado pelas luzinhas de natal 💕 Vocês já estão animados, queridos leitores? Eu sempre estou - afinal, Natal é um dos meus dias preferidos do ano! Já neste fim de semana vou festejar com meus amigos (já que todos vamos voltar pra casa pras festas e consequentemente não poderemos celebrar juntos no dia), então resolvi que o blog já deveria entrar no clima também.
O layout novo é bem simples, e não é o que eu planejei de início, mas me vi com problemas para encontrar imagens e fazer o que imaginei no começo dar certo. Desisti e fiquei passeando pela internet, até achar essa arte lindíssima da Miku - daí pra frente uma coisa levou à outra e cá está nosso layout. Espero que nem eu e nem vocês enjoemos de todo esse cor de rosa, mas, bem, logo mais chega janeiro na pior das hipóteses. O layout é todo bem simples, mas acho que eu estou numa vibe mais simplista mesmo - depois de todo o glamour daquele layout de Kuroshitsuji, precisava de algo mais clean, eu acho, hahahaha!
O que tem acontecido?
Bem, que eu estou na correria todos vocês já sabem, mas essa semana encerro uma série de compromissos na faculdade e acho que vou finalmente respirar. Dia 10 viajo pra São Paulo e só pretendo dar as caras em Ax lá pra janeiro. O cansaço está tamanho que essa semana faltei em todas as aulas pela manhã - e tenho certeza que só assisti Psicopatologia porque era a noite, ou teria cabulado essa também. Por hora, to focando na viagem e nas confraternizações, porque alguma coisa precisa me manter sã.
Não tenho lido muito porque me sinto mentalmente cansada, mas comecei a rever InuYasha essa semana - basicamente, porque minha internet caiu domingo à noite, e sem nada pra fazer, acabei por pegar meu HD externo e caçar algo pra assistir até bater o sono. Na realidade, como muito bem colocou um amigo meu, estou vendo "InuYasha Bia's Cut", porque só assisto aos episódios e cenas que mais gosto. Apesar disso, estou me sentindo meio na vibe de rever a série pra valer desde o começo, mas preciso dar aquela segura porque agora é hora de focar na pesquisa. Aliás, falando nela...
A Pequisa
Alguém me perguntou recentemente nos comentários sobre o que era minha pesquisa, e pensei, "por que não?" Pois bem, no momento estou realizando uma pesquisa bibliográfica, do tipo revisão de literatura. Esse método consiste em avaliar tudo o que foi publicado sobre um determinado tema, e aí faz-se certas restrições pra facilitar: uma determinada palavra chave, uma revista específica, um período de tempo (de 1990 a 2010, por exemplo).
Eu estou pesquisando um conceito elaborado por um psicanalista, Donald Woods Winnicott, que embora tenha contribuído muito para a psicanálise, é pouco trabalhado aqui no Brasil. O que tenho feito é entrar em determinados periódicos virtuais e selecionar todos os artigos e teses publicados no Brasil com o tema Falso-Self, que é um conceito bem complicadinho de entender assim solto. Pra isso, eu li alguns livros dele e até o momento devo ter encontrado menos de 100 artigos - mas ainda faltam vários portais pra pesquisar. A título de curiosidade, falso-self para Winnicott é sinônimo de borderline, então eu tenho pesquisado isso também.
Depois de pesquisar todos os artigos, preciso ler todos (sim, é isso aí mesmo) e avaliar algumas coisas que propus no projeto. Isso basicamente quer dizer que dezembro e janeiro serão meses bem malucos na minha vida, mas quem liga?! O importante é ter grana.
Mas calma gente, calma que eu tenho tido tempinho de relaxar sim.
Viagem
Em novembro, aproveitei que tinha dinheiro sobrando e certo tempo livre e viajei para Presidente Prudente. Fiquei na casa do Miguel (que já deu as caras por aqui, inclusive) e conheci uma cidade incrível e pessoas maravilhosas! Foi uma das melhores coisas que fiz em anos, e foi a primeira vez que viajei sozinha pelo simples prazer de conhecer um local diferente e curtir a experiência - afinal, passei minha graduação viajando pelo estado, mas sempre por motivos acadêmicos, então nunca deu pra curtir muito. Foi ótimo pra mim, e ainda pretendo fazer uma postagem completa pra falar sobre a cidade incrível que é Prudente e tudo o que fiz por lá, mas confesso que vai ficar pra próxima porque hoje está rolando uma preguiça sim.
Por hora, eu vou encerrando por aqui, pessoal. Blog de cara nova, enquanto eu continuo na velha e conhecida rotina maluca da graduação. Acho que estou me dedicando mais nesse semestre do que me dediquei em todos os outros 9, mas é porque quero fechar tudo com louvor e nunca mais precisar me preocupar com a faculdade. Preciso de uns bons anos afastada desse mundo acadêmico, porque já estou de saco cheio e sair de casa pra ir até a Unesp tem sido um esforço quase homérico. Apesar de tudo, ainda consigo manter um certo nível de vida social e tenho me alimentado bem, então creio que vou sobreviver. Vamos com fé que a gente chega lá, e enquanto não chega, bem... A gente foca na chegada e vai lidando como pode, não é mesmo? Fiquem bem, meus caros! Beijinhos a todos e até breve, queridos leitores!
Parabéns pra mim, que acabei de desregular meu sono cochilando das seis às onze da noite. Em minha defesa, o cansaço está intenso, eu tô estudando muito e fazem uns dias que eu não leio nada literária por prazer. A faculdade continua puxada e isso não é mais surpresa por aqui, e quando sobra tempo livre - livre mesmo, não aquele que eu uso pra limpar casa, lavar louça, tomar banho e dormir - eu só quero ficar na cama sem fazer nada. Vocês vão me entender, eu sei que vão.
Tenho novidades super legais pra contar, mas pra isso eu preciso, né, sentar e fazer um post bonitinho, e esse post não sairá hoje. Hoje eu só vim dizer que continuo viva, que a vida continua difícil e que eu não desisti ainda - então não desistam de mim ;w; Como a Kamii me indicou pra um meme rapidinho, resolvi dar o ar da minha graça por aqui (uhul!)
Não sei se alguém já disse que tudo fica mais difícil no final, mas se ninguém fez as honras, eu mesma faço. Fazem duas semanas que não dou as caras no blog, e o único e exclusivo motivo que me mantém ilhada na minha casa é justamente ela, a única, a exclusiva, a faculdade. Estou quase arrependida e ter pedido tanto para que o 10º semestre chegasse na minha vida.
Fica mais tranquilo, eles disseram. Quase nem tem texto no 5º ano, eles disseram. É de boa porque não tem o TCC, eles disseram.
Não acreditem nos veteranos, queridos leitores. Não acreditem! Eles mentem! Eles são sádicos e te iludem com promessas de calmaria e paz de espírito, mas a verdade é uma só: o último semestre da faculdade nunca, jamais, em hipótese alguma, será tranquilo! Ele vai te sugar, mastigar, cuspir e pisar em cima de você. E vai dar uma risadinha maligna no final.
Saudações bruxescas, jovens amaldiçoados! Primeiramente, um Feliz Halloween a todos vocês! Espero que muitos espíritos vos visitem nesta noite, e que os mortos levantem de seus túmulos para acompanhá-los na noite insone deste 31 de Outubro!
Neste mês, vocês acompanharam semanalmente o Bruxas do 31, um projeto em parceria com o Kakumei Blog. Hoje, para encerrar, nós optamos por dividir nossos palpites e impressões num post conjunto, no maior estilo Oscar que o projeto merece! Vale ressaltar que esse post está dividido em dois - parte dele está aqui no Hishoku, enquanto a outra metade encontra-se no blog da Tenie! Sendo assim, vocês começam a leitura num blog e terminam no outro - chiquetoso, não?
Este talvez é o primeiro Halloween em anos no qual eu não canto This is Halloween pra vocês - mas como a música já estrelou na nossa Playlist, acho que estou perdoada - ou não? Olha que eu amaldiçoo vocês, heim!
Sem mais delongas, vamos de encontro com nosso momento fofoca, porque a gente sabe que é isso que vocês querem ler. Sigam-me os bons!
Saudações macabras, jovens aprendizes das trevas! Mais uma semana, mais um post do Bruxas do 31, e o tema da semana é uma série pra se ver no Halloween - afinal, se você não pretende sair pra celebrar as festividades, talvez queira ficar maratonando algo em casa, fazendo de conta que não está para devorar os doces todos sozinho, não é mesmo? Pois bem, digam-me: existe que série mais bruxesca do que Charmed? É óbvio que não! Pois segurem-se nas vassouras, e venham conhecer essa obra prima da televisão americana! ♥
Vale avisar que esta resenha não é totalmente spoiler free, mas eles serão evitados ao máximo e devidamente avisados quando necessários :3
Ficha Técnica
Charmed foi uma série de televisão norte-americana, que contou ao todo com 8 temporadas, exibidas entre 1998 e 2006, cada uma em média com 22 episódios. Contando a história de três irmãs que descobrem-se bruxas e precisam proteger os inocentes de todo tipo de maldade sobrenatural, as "Charmed Ones" (ou As Encantadas, em português) Prue, Piper e Phoebe Halliwell devem não só aprender os segredos por detrás de seus poderes, mas administrar também a magia e suas vidas pessoais, com empregos, relacionamentos e problemas familiares envolvidos.
Saudações tenebrosas, amarguradas criaturas! Parece que o o mestre Satan decidiu nos dar uma pequena amostra do inferno, não é mesmo? Pois vejam bem, se vocês passaram por São Paulo ou pelo Rio por esses dias, não sentiram nada além do arder do sol em vossas cabeças - eu sei, eu estava lá! Mas tentemos nos refrescar um pouco com os calafrios sombrios do post de hoje.
A Tenie já tinha dado spoiler, eu sei, mas por aqui ainda era segredo, então façam de conta que estão surpresos, sim? O tema de hoje são Mangás para ler no Halloween, e nós selecionamos 4 títulos variados, desde one-shots até séries mais longas pra vocês aproveitarem! Sigam-me os bons e corajosos, pois daqui em diante o clima será trevoso!
Saudações aterrorizantes, jovens mortais! Os mortos já bateram em vossas portas? Pois se não, não temam: talvez esta noite vocês recebem visitar ;) Hoje vos trago mais uma lista de sugestões sombrias para este mês tenebroso! Começamos aquecendo com música, mas todos sabemos que um dos melhores programas para o Halloween é obviamente uma maratona de filmes! Contudo, como algumas pessoas (vulgo: eu) não se dão muito bem com filmes de terror, preparamos uma listinha de longa-metragens levemente aterrorizantes, que você pode assistir sozinho sem ter medo, ou chamar os amigos e a família pra dividir a pipoca! Preparados para entregarem-se ao clima obscuro? Pois então sigam-me, leitores!
Saudações do submundo, caros humanos!
Estão preparados para o mês mais sombrio do calendário? Pois caso não, não temam: eu venho vos amaldiçoar mais uma vez este ano, de uma maneira nunca antes vista aqui no Hishoku. Hoje, caros mortais, inicia-se por aqui o mais poderoso ciclo de toda a blogosfera, o Bruxas do 31! Tragam consigo suas ervas, talismãs, feitiços protetores e livros mágicos, e estejam preparados para depararem-se com todo tipo de horror e assombração que o Halloween conduzirá pelos céus.
Com medo? Não temam, queridos leitores, é só o começo... HAHAHA!
O que é o Bruxas do 31?
Bruxas do 31 (de Outubro) é um projeto em parceria com a Tenie do Kakumei Blog, cujo objetivo é fazer um mês de postagens com a temática do Halloween. A ideia é celebrar o mês das Bruxas com uma série de indicações e resenhas de obras variadas, relacionados ao assunto, para que vocês, leitores, possam celebrar com a gente!
Toda semana vai sair um post temático, e postaremos ambas no mesmo dia - por isso, vale a pena dar uma passada no blog da Tenie pra ver os posts dela também ;)
Pra começar já entrando no clima macabro, o post de hoje será uma Playlist de Halloween! Escolhi dez músicas que não podem faltar numa celebração aterrorizante como essa - venham comigo, jovens mortais, e que iniciem-se as festividades!
Saudações aos leitores! Hoje terminou oficialmente meu semestre pós-greve - foram três semanas muito chatas e meio cansativas, porque depois de três meses parada é difícil retomar a rotina. Já comentei aqui que tenho insônia e uma série de dificuldades pra dormir, então além da preguiça das aulas, ainda tive que lutar contra meu relógio biológico (que estava totalmente desregulado, diga-se de passagem).
Mas nem tudo é catástrofe na minha vida - por incrível que pareça - e, para minha sorte, uma disciplina que eu curso já tinha duas avaliações e eu fiz o trabalho da outra durante a greve. O lado ruim é que a terceira disciplina que peguei neste semestre era divida entre dois professores e tive que fazer um trabalho pra cada um. Uma é minha orientadora de pesquisa, então além de trabalhar melhor com ela, eu também tinha uma série de materiais disponíveis pra me ajudar com a avaliação. Não posso dizer o mesmo do outro professor, então já tô bem satisfeita se fechar com 5 de média e é isso aí.
A parte mais bizarra do pós-greve é que terei um recesso até dia 24 de outubro, porque a seção de graduação precisa de uns dias pra "rodar o sistema", rematrículas e afins. Mas já sei que não vou ficar nada entediada, pois saiu a resposta do meu projeto de pesquisa, e ele foi aprovado com bolsa! *w*/ Pra ser sincera, eu mal acreditei, visto que estou no último ano e recentemente a agência de fomento pediu que eu provasse com algum documento que eu me formaria em março (e eu provei, esfreguei na cara deles, sambei no salto 15 meixmo). No fim, ontem acordei com uma mensagem da minha orientadora dizendo que nosso projeto tinha sido aprovado - ainda não tô acreditando, acho, mas o que importa é que agora terei DINHEIROS! ♥ ♥ ♥
Ainda sobre a pesquisa, além da correria de trabalhos e estágios (que não param nunca), na semana passada rolou o CIC - Congresso de Iniciação Científica - aqui na faculdade. Foi a terceira vez que enviei trabalho e a segunda que apresentei. Embora tenha torcido muito pra que o bendito resumo não fosse aprovado, os deuses não quiseram me ouvir, então lá estava eu às 8h da manhã tentando colar uma cartolina de 1,90x1,20m numa grade pelo menos meio metro maior do que eu. Tudo ocorreu bem, embora eu não possa dizer que arrasei com os avaliadores: discuti bem com dois deles, que ficaram muito interessados na minha pesquisa, patinei feio com o primeiro e deixei a desejar com a segunda. Só uma avaliadora implicou com umas coisas bem bobas - mas no fundo eu não quero ir pra segunda fase do congresso, então não liguei muito pras notas. O lado positivo é que eu adiantei boa parte da pesquisa pra poder apresentar algo, então estou menos desesperada com os relatórios (eu acho).
Mas nem só minha vida acadêmica andou agitada. Minha terapia vai indo bem, causando várias turbulências e crises existências na minha vida, mas sinto que estamos caminhando pra algum lugar. Adorei essa terapeuta porque ela consegue me pressionar e me acolher ao mesmo tempo, e eu sinto mesmo que preciso das duas coisas. Não tem sido nada fácil me deparar com uma série de questões com as quais eu não sei lidar, e tenho me sentido muito impotente e frustrada - mas o processo tem me ajudado a me entender melhor e também a entender melhor o que eu tenho feito com meus próprios pacientes, então o saldo é mais que positivo - estou no lucro! Inclusive, notei que andei ouvindo músicas da minha época de adolescência, o que eu assimilei com uma volta a certas questões e sentimentos mal-resolvidos, ou a alguma parte de mim que ficou esquecida nos últimos 6 anos. Explanando melhor, a terapia tem me ajudado a entrar mais em contato comigo mesma, e embora seja um processo difícil e às vezes doloroso, eu me sinto mais verdadeira, e estou bem satisfeita com isso.
O resto do meu tempo tem se distribuído entre leituras, youtube e Eldarya - que estreou no Brasil dia 12 de Setembro e já me deixou apaixonada. Pra quem não conhece, é um otome game ao estilo Amor Doce, mas muito, muito melhor! Além da história ser mais elaborada, a jogabilidade é mais trabalhada e a produção é bem superior. Recomendo a todos - e se quiserem me adicionar na listinha de amigos, procurem por KawasumiShana!
Por fim, esse é o resumo do mês. Foi corrido e meio estranho, com altas emoções acontecendo, mas acabou. Agora que venha Outubro - e vocês se preparem, porque algo extravagante está pra acontecer aqui no Hishoku. Será que vocês adivinham o que é? :B MUAHAHAHAHA! Beijinhos a todos e até a próxima! o/
Saudações, leitores! É com muita satisfação que eu vos trago mais uma Super Resenha - desta vez de um título antigo, que nunca perde a popularidade e que faz parte da minha lista de obras favoritas: Kuroshitsuji! Acredito que essa será uma das resenhas mais longas do blog, visto a variedade interminável de adaptações dessa série. Me acompanhem nesta empreitada, caríssimos, e vamos juntos a esta viagem rumo às trevas!
Escondida no interior da Inglaterra repousa a sinistra mansão dos Phantomhive, uma família que se estabeleceu como os frios e implacáveis "Cães de Guarda da Rainha", chefes do submundo da Londres vitoriana. Após uma tragédia tirar a vida do Conde e sua esposa, muitos ficam chocados quando seu filho, o pequeno Ciel, assume seu lugar como o novo Conde da Casa Phantomhive, acompanhado de um mordomo negro, Sebastian. O que eles não sabem é que o leal mordomo que acompanha o menino é na verdade um demônio com o qual Ciel faz um contrato para vingar sua família.
De autoria de Yana Toboso, Kuroshitsuji (Mordomo Negro) é um mangá shounen, de mistério e fantasia, cuja publicação iniciou-se em 2006 na revista G-Fantasy (Pandora Hearts, Durarara) e mantém-se até o presente - sendo assim o segundo título em andamento a receber super resenha aqui no Hishoku. Embora o título esteja em curso, existem uma série de adaptações - incluindo até mesmo games e musicais -, muito possivelmente devido à imensa popularidade da série. Sendo assim, preparem-se, pois essa resenha será longa, fucking longa.
Saudações, adoráveis leitores! Percebam a animação da pessoa cuja universidade acaba de sair de uma greve de três intermináveis meses! É pra glorificar de pé, minha gente! Mas antes que eu me empolgue e escreva uma peça shakespeariana com tantas emoções, voltemos à programação normal - porque a Unesp entra em greve, mas o blog não.
Hoje darei uma pausa nas resenhas (eu disse que meu hiatus foi produtivo, não?), porque estou devendo memes pra muita gente e está na hora de alguns deles aparecerem por aqui. Pra ser sincera, hoje eu estou é trapaceando um pouco, porque mais duas pessoas me indicaram ao Liebster Awards/11 coisas - que eu já respondi tantas e tantas vezes que desisti de contar. Aproveito para informá-los formalmente de que não respondo mais esse meme, ainda que inventem novos nomes pra ele, porque não tenho mais perguntas pra fazer nem fatos inéditos pra compartilhar. Assim sendo, vocês tejem avisados!
Apesar do meu saco cheio protesto, eu fui indicada há um bom tempo pelo Samus e pela Monnie, e decidi só responder as perguntas deles (caso ainda tenham interesse nas respostas, porque fazem só mil anos que me indicaram pra esse negócio -q). Como sou uma pessoa boa - ou sem assunto mesmo -, cá estão minhas respostas ♥ sejam gratos a minha bondade, por favor.
Saudações, ilustríssimos leitores! Hoje trago a vocês mais uma Super Resenha, desta vez de um título mais antigo, mas ainda assim fantástico: Romeo x Juliet! Inspirado pelo icônico romance de William Shakespeare, responsável por suscitar várias tragédias românticas (e o próprio movimento Romântico na literatura), estejam preparados para altas emoções - e lágrimas também.
O continente flutuante de Neo Verona, uma vez governado pela família Capuleto, está sobre o domínio do Grã-Duque Montecchio - um ditador inescrupuloso cujo único interesse é poder. Para conquistar o trono, ele assassinou todos os membros da família Capuleto, além de seus servos e aliados - com exceção da pequena Juliet, que escapa com vida. 14 anos depois, próximo de seu 16º aniversário, ela está prestes a descobrir suas origens e sua missão de tirar Neo Verona das garras dos Montecchio - o que ela não esperava era acabar apaixonando-se por seu filho, Romeo.
Saudações leitores! Hoje venho falar com vocês sobre música - sei que tô devendo uns mil memes aí, mas calma que uma hora eles aparecem, eu prometo. uwu/
Já devo ter mencionado que cresci numa família que ouve de Guns n' Roses a Burt Bacharach - se não, bom, estou mencionando agora. E nos longos fins de semana regados a música, eventualmente rolava o debate sobre o que diabos estava acontecendo no clipe de November Rain.
Pra quem não conhece (meus deus, em que mundo você viveu até agora?), November Rain é o 11º single do Guns, lançado em junho de 1992 e escrito pelo vocalista, Axl Rose. Ele trabalhou na melodia desde 1983, e a letra é inspirada na relação do cantor com sua ex-esposa, Erin Everly. É uma das canções mais longas do grupo, e o clipe é o 13º mais caro da história da música.
A questão é: November Rain conta uma história. Basicamente, sobre um relacionamento que se acaba, afinal, é disso que a letra fala.
Nothin' lasts forever and we both know hearts can change
And it's hard to hold a candle in the cold November rain
Contudo, chega um ponto no clipe em que uma confusão rola solta e de repente nada faz sentido - pessoas morrem do nada e você fica com cara de quem passou por um furacão e não viu nada acontecendo.
Passei anos da minha infância e pré-adolescência assistindo esse clipe com várias pessoas diferentes, tentando descobrir alguma coisa, alguma pecinha faltando, e nunca cheguei a lugar algum. Foi então que recentemente eu me dei conta do seguinte fato: inventaram a internet! Logo, eu podia simplesmente largar mão de ser panaca e procurar web afora o que diabos acontecia nesse clipe. Antes de soltar minhas teorias com base em minhas descobertas, vamos ver o clipe.
Uma palavra antes de começarmos: risos e gritos soam muito parecidos.
Helter Skelter é um mangá Josei (+18), de autoria de Okazaki Kyoko, cuja história dança entre o drama psicológico e o terror. Publicado na Feel Young (Paradise Kiss, Usagi Drop) de 1995 à 1996, foi compilado em um único volume em 2003. O título recebeu o prêmio de excelência no Japan Medias Artes em 2004 e recebeu o Prêmio Cultural Osamu Tezuka, no mesmo ano. Um live-action baseado na história foi lançado em 2012, dirigido por Mika Ninagawa (Sakuran, Helter Skelter). O mangá foi licenciado pela NewPop no Brasil, com data de lançamento ainda a definir.
A história gira em torno de Ririko (Liliko), uma modelo e pop idol que tornou-se o ícone da beleza no Japão. Para tanto, ela foi submetida a um extenso processo de cirurgias plásticas e tratamento estético. Seu corpo, contudo, incapaz de suportar o peso das cirurgias, começa a sofrer as consequências, e pouco a pouco sua saúde física e mental desmorona, rumo a um assustador e inevitável fim.
Quando estou sozinha, eu sinto que serei esmagada.
Quando estou sozinha, eu começo a perder meu controle sobre as coisas.
Quando estou sozinha, eu só não sei o que está acontecendo.
"Isso" aparece dentro da minha cabeça, e "isso" cresce, maior e maior, até que eu eventualmente sou devorada pela coisa.
O mangá segue por uma narrativa muito interessante. O enredo se desenrola, e descobrimos o que está por trás das aparências pouco a pouco. A narrativa intercala-se entre um narrador desconhecido e a própria Ririko, que misturam-se em cada capítulo, dando um clima quase de livro mesmo - quase como se fosse uma biografia. Quanto à narração, tenho fortes motivos para pensar que quem conta a história no fim das contas é o Kin-chan, o maquiador da modelo, mas ele nunca fica especificado anyway. Em parte, acho que o mangá traz uma crítica ao mundo da moda, beleza e estética, ao mundo o entretenimento e, de uma certa maneira, às exigências que nós próprios fazemos uns do outros.
Comumente, acham-se as celebridades extremamente fascinantes...
Porque a celebridade é como um câncer; um tipo de deformidade.
Helter Skelter é, segundo o Wikipedia, uma espécie de tobogã em formato espiral. E o título cabe como uma luva na história: Helter Skelter é uma viagem ao poço sem fundo que é a podridão do ser humano. Ouso dizer que o enredo tem um toque meio Cisne Negro, mas talvez um pouco pior. No mangá inteiro não há nenhuma cena visualmente forte, mas eu fiquei bem tensa enquanto lia - sempre esperando "o pior", de uma certa maneira. Conforme os capítulos passam, Ririko vai perdendo a sanidade, ao mesmo tempo que mantém-se extremamente sã quanto a sua situação: seu corpo está podre, assim como ela mesma. Em alguns pontos, ela faz certas referências à loucura, embora penas nomeie que tem "algo" dentro dela que "está acabando".
Eu ouço um som dentro de mim.
Eu ouço alguma coisa fazendo tique-taque dentro de mim.
Eu ouço um som me dizendo para me apressar.
Esse som...
É o som de alguma coisa terminando dentro de mim.
Eu não sei dizer o que poderia estar acabando dentro da Ririko. A vida, o prazo de validade enquanto modelo e pop idol, a própria sanidade dela que se esvai a cada dia que passa. A cada capítulo o mangá desce mais e mais fundo nessa situação desconcertante, pois ao mesmo tempo em que a garota vai perdendo totalmente o controle da sua vida e da sua saúde (física e mental), ela ainda é a pessoa mais sã sobre o processo todo. Ela sabe o que está acontecendo, ela sabe pra onde está indo e que não tem mais volta.
Porque eu só quero brincar com o meu corpo.
E eu quero me divertir arruinando outras pessoas completamente.
Eu não posso evitar, sabe? Porque eu estou sendo completamente arruinada por outras pessoas também.
Pouco depois de publicar o último capítulo do mangá, a autora, Okazaki Kyoko foi atropelada por um motorista alcoolizado, e feriu-se bem gravemente. A obra termina de uma maneira bem conclusiva, na minha opinião, mas a última página dá a entender que será produzida uma continuação. Procurei bastante, mas a autora nunca continuou a história - inclusive, o volume com a história completa não foi retocado nem revisado por ela, segundo uma nota da editora. Independente se foi especulação ou não, a história de Ririko parece acabar por aqui.
Helter Skelter, por fim, é quase um terror psicológico. Ele não assusta, mas perturba. É um pouco confuso lidar com toda a informação, e é impossível se identificar com qualquer um dos personagens. O que fica, no fim da história, é que todos somos meio monstruosos por dentro, movidos por nossos desejos e, às vezes, as pessoas podem ir mais longe do que é possível pra realizá-los.
Saudações, caríssimos leitores! Se os olhos de vocês estiverem bons, devem ter percebido umas cores diferentes por aqui - sim, estamos de cara nova! Eu vos apresento o misterioso layout, que eu já tinha anunciado por aqui, mas acabei trocando mais rápido do que esperava. Modéstia à parte, estou nas alturas com ele e mal consigo acreditar que o fiz, porque ficou maravilhoso! Exatamente como eu tinha imaginado de início *w* Ele é totalmente inspirado em Kuroshitsuji: Book of Circus, e eu tentei usar imagens só desse arco. Assim que assisti o anime, fiquei me coçando pra fazer um layout com a música da abertura (ENAMEL do Sid) - aliás, é uma das melhores aberturas de anime, na minha opinião, muito dentro do tema e com aquele charme sombrio que Kuroshitsuji traz. Demorei muito pra encontrar as imagens que queria, cheguei a desistir do layout, mas acabei descobrindo um efeito bacana sem querer enquanto editava alguma coisa no photoshop e TCHARAM! Layout fabuloso de Kuroshitsuji passando na sua timeline blogosfera ♥
Enquanto trabalhava nesse layout, resolvi procurar uns efeitos diferentes e fui testando uma série de coisas pra ver como ficava. Estou particularmente em êxtase com as bordas decoradas e muito satisfeita com o button - além, é claro, das bordinhas onduladas na data dos posts. Num geral, estou me sentindo muito criativa com essa versão! Além das aventuras no CCS, também testei algumas coisas diferentes na edição das imagens - fazia um bom tempo que eu não criava algum "cenário" com texturas e pincéis, e esse layout veio pra esbanjar minhas habilidades de design na minha própria cara. É muito raro eu visualizar um layout e ele terminar exatamente como estava no plano original, e vocês não fazem ideia do quão realizada eu estou me sentindo! ;w;/
Um ponto importantíssimo é a música - como eu disse, essa versão é toda inspirada na abertura de Kuroshitsuji: Book of Circus, que é de longe minha adaptação favorita do mangá, pois além de contar com uma personagem que eu adoro (a Doll), os figurinos são esplêndidos, a animação é maravilhosa, com todas aquelas cores brilhantes, além do tema circense me atrair muito. ENAMEL é uma abertura que eu nunca consegui pular ou minimizar o player enquanto passava, porque eu sempre queria vê-la, de tão maravilhosa que ela é - assim, para melhor experiência das sensações provocadas pelo layout, recomendo escutá-la ♥
Num geral, quando eu resenho coisas, eu me foco na história, desenrolar do enredo e alguns aspectos técnicos - trilha sonora, animação, arte, capítulos, essas coisas. Contudo, preciso confessar que esse post não deve ser considerado uma resenha, porque, honestamente? Não sei o que estou fazendo aqui.
A questão é: a Ren me convenceu a assistir Aldnoah.Zero. Talvez nem tenha convencido, mas ela gosta de um personagem em particular, eu estava sempre vendo algo a respeito invariavelmente (caham, Pensão Koi feelings, sdds btw) e então a Hina falou sobre e eu fiquei: ok, vocês estão me tentando. E eu já estava de férias, então, por que não?
Me aventurei. Mecha não necessariamente é um dos meus gêneros preferidos, mas eu já vi Gundam SEED e gostei, vi um pouco de Gundam Wing, vi alguns mechas malemá durante a vida, então eu já sabia o que esperar grosseiramente: guerras, robôs gigantes, lutas e alguns papos filosóficos sobre política. Ok.
Aí eu comecei a ver Aldnoah.Zero. Meu senhor, o que diabos estava acontecendo ali?
A história é a seguinte (porcamente): em algum momento, os terrestres encontraram, na Lua, uma espécie de portal que os levou à Marte, e lá ergueu-se uma nova civilização. Tudo estaria nos conformes se um homem em particular não tivesse descoberto a tecnologia Aldnoah, que ao reconhecê-lo como seu "pai", digamos assim, conferiu-lhe o direito de ativar tal tecnologia, sendo este passado apenas a seus herdeiros de sangue. Em volta disso, construiu-se uma sociedade nos moldes feudais que, farta de assistir aos terrestres usando e abusando das riquezas naturais da Terra, resolve criar uma desculpa perfeita para iniciar uma guerra entre os dois planetas.
Confuso? Fiquei também. Curiosamente, o ponto forte de Aldnoah.Zero são justamente as lutas e artimanhas políticas que rolam ao longo da série (dignas de qualquer romance feudal, com o acréscimo da tecnologia de ponta) - mas o enredo em si acaba pouco desenvolvido e termina meio confuso, faltando alguma coisa, e eu acabei que não sei se entendi o que de fato aconteceu com a história.
Saudações, prezados leitores! Como estão todos? Eu já estou de volta a AxCity, embora não tenha voltado à rotina completamente porque as aulas ainda não voltaram - dizem por aí que voltamos em setembro, mas depois de solicitar meu diploma de graduação em greve, aprendi que rumor de corredor nem sempre se concretiza, então vou pacientemente esperar. Faz parte da vida, meus caros. Ainda assim, estou de volta porque o estágio não pára, e como minha supervisora se aposenta esse ano, encerraremos os atendimentos em dezembro (o que pra mim é bom, porque se as aulas durarem até março, eu pelo menos não tenho mais estágio e supervisão de uma ênfase, restando tempo livre para provas, trabalhos e leituras).
Minha viagem dessa vez deu-se sem muitas aventuras - ou eu já me acostumei com as bizarrices, depois de 5 anos indo e voltando de São Paulo com tanta frequência -, mas dessa vez fui recebida sem baratas e sem sujeira na minha casa (louvado seja o inverno!). Na sexta-feira teve confraternização do grupo de estágio, pois decidimos chegar já festando, e no fim de semana eu assisti Good Morning Call - que eu recomendo, embora no início tudo tenha sido uma versão alternativa de Itazura na Kiss (mas quando se fala de shoujo, não esperamos muita inovação num geral, né). Depois disso, minhas energias foram voltadas para um trabalho da faculdade, porque é melhor aproveitar pra fazer agora e estar tranquila quando as aulas recomeçarem - como eu disse, tenho graduação em greve, e já tô bem ligada em como funcionam essas coisas.
Love Calendar é um mangá inspirado no álbum homônimo de DECO*27. O mangá conta com 12 capítulos, cada um representando uma das músicas do álbum, e conta a história de Shiori e Kouki, dois estudantes do ensino médio que se apaixonam em Abril, em meio às flores de cerejeira que enfeitam a paisagem e o ar de Tóquio. A história vai seguindo mês a mês, enquanto os dois descobrem as maravilhas e as tristezas de um relacionamento amoroso.
Pra ser bem objetiva, Love Calendar é um shoujo escolar, e a história em princípio não sai muito disso - é, literalmente, o romance entre Shiori e Kouki do início ao fim. Contudo, são as particularidades das personagens que faz a história ser tão amável e tocante, e os conflitos que surgem das inseguranças dos dois tornam as coisas mais simples numa verdadeira tempestade.
Infelizmente, é difícil falar muito desse mangá sem soltar spoilers, então temo que essa será uma resenha bem breve. A arte do mangá é lindíssima, e é difícil não se apaixonar pelos protagonistas. Como a série conta a história por detrás das 12 faixas do álbum, cada capítulo tem entre as narrações alguns trechos das músicas - o que dá um novo sentido a elas. A música Egomama, por exemplo, foi adaptada de uma maneira muito interessante, e finalmente eu entendi todo o sentido por detrás do MV dela. xD Acho que o próprio álbum passa a fazer mais sentido como um todo quando entendemos a relação entre uma canção e outra. Bom, em suma, este é um mangá que de fato tem uma trilha sonora pra ser lido.
A cargo de curiosidade, duas das canções são interpretadas pela Marina (Egomama & Care-Taking Guardian), que é a pessoa por trás da voz da Iwasawa de Angel Beats - a vocalista 'original' do Girls Dead Monster. Se servir pra atiçar a curiosidade de vocês...
Voltando ao mangá, Love Calendar é bem curto, mas tem um ritmo muito gostoso de ler - talvez um pouco rápido, já que como o título sugere, de um capítulo pra outro costuma passar um mês. Mas nada que incomode, não é algo que vai te deixar perdido na leitura, por exemplo. A história traz também muitos simbolismos, como "Sakura","Dia 27", "Akai Ito" (o fio vermelho do destino), que são coisas que só fazem sentido no contexto do casal - me faz pensar em como determinados detalhes e pequenas coisas têm um significado diferente que só dividimos com uma outra pessoa - certos gestos, objetos, cores, cheiros, palavras que ganham um sentido totalmente novo quando divididos com o outro. É muito poético, e o próprio mangá trabalha isso com uma poesia lindíssima.
Pra encerrar, o mangá é de 2012, com roteiro de DECO*27 (duh) e arte é da Minase Mayu. No My Anime List ele é classificado como Seinen, embora eu ache a temática bem shoujo - talvez um romance mais maduro, sem muito açúcar, mas com a temática ainda bem adolescente, não sei dizer... De qualquer maneira, recomendo muito essa obra, é simplesmente maravilhosa! E vocês sabem, se eu tô dizendo que é maravilhosa... bom, só me ouçam, eu sei do que estou falando. uwu
Tá muito frio em São Paulo. Mas eu não estou reclamando - pelo contrário, eu adoro o inverno e o fato de que eu tenho a opção de me aquecer, se eu quiser. Diferentemente do verão, o frio não me impede de fazer nada - e eu perambulei pra caramba nessas duas últimas semanas de férias. Como prometido no post anterior, hoje eu venho exibir minhas comprinhas na Liberdade - além de contar a vocês que outros rolês eu tenho feito na minha cidade natal. Começando pelas minhas aventuras, na semana passada eu fui ao Tanabata Matsuri no domingo. Contudo, na quarta-feira eu acompanhei minha avó numa odisseia para ver... um padre. É, isso aí mesmo. Tem esse padre sertanejo pelo qual ela é apaixonada há um tempo considerável, e semana passada ele fez uma tarde de autógrafos num shopping em Santana. Como vovó é uma pessoa que prezo muito (e banca meus gastos em AxCity), fiquei mais do que feliz em acompanhá-la - e foi assim que eu saí da minha humilde residência às 7h40 da manhã, pra encontrá-la as 8h30 no metrô. Chegamos no dito shopping às 10h e já tinha gente na filha - a saber, o "meet & greet" do padre estava agendado para as 14h30. Sei que ficamos na fila por umas boas horas, e lá pelas 14h os livros foram autografados com um carimbo, pois segundo a staff "ninguém aguenta autografar mais de mil livros!", e lá pelas 16h fomos levadas até uma salinha para tirar foto com o padre (que era enorme de alto, a propósito). Pra resumir essa aventura, minha avó ficou tão eufórica que eu jurei que ela infartaria ali mesmo - mas ela passa bem, foi só fangirlism - e, como eu fiquei na fila pra pegar um autografo extra... tirei foto com o padre. Exatamente, queridos leitores: meu primeiro "meet & greet" nesses 23 anos de vida com foi o Padre Alessandro. Ganhei foto, abraço e benção, e voltei pra casa morta de cansada, cochilando em pé no ônibus - mas sobrevivi pra contar a história. Da série: minha vida é cheia de emoções.
Saudações, queridos leitores! Como têm passado? Hoje venho falar sobre mais uma de minhas aventuras: o 38º Tanabata Matsuri da Liberdade o/ Também conhecido como "Festival das Estrelas", o Tanabata (Sétima Noite) é uma celebração japonesa, comumente realizada no sétimo mês do ano, inspirada no "Qixi Festival", uma celebração originalmente chinesa. Ele é realizado em São Paulo pela Associação Cultural e Assistencial da Liberdade (ACAL) desde 1979, na Praça da Liberdade.
Eu sempre quis ver um Tanabata Matsuri de pertinho, por estar relacionado a uma das minhas lendas japonesas favoritas (embora eu não conheça tantas lendas assim, eu confesso) - então assim que fiquei sabendo do evento, já me programei pra participar. A princípio eu ia com uma amiga, mas acabou não dando certo e eu fui é sozinha mesmo - porque perder o Tanabata estava fora de questão!
Pra quem não conhece, o Tanabata Matsuri celebra o encontro das estrelas Vega e Altair, que ficam em lados opostos da Via Láctea. A lenda é bem popular no Japão, até onde sei - inclusive, essa é a história citada na música Kimi no Shiranai Monogatari, do Supercell, e vocês provavelmente já ouviram falar em mangás, animes ou doramas. Na Ásia, as celebrações começam no sétimo dia do sétimo mês do calendário Lunar, e alguns lugares celebram até Agosto, pra aproveitar as férias escolares.
Saudações, queridos leitores ♥ Como têm passado? Eu estou curtindo minhas férias, que começaram na sexta-passada, e meus dias tem se dividido entre varzear na internet e faxinar a casa - já que minha mãe trabalha, a cada dia eu dou uma limpada em alguma coisa. Fora isso, aproveitei pra dormir sem hora pra acordar e comecei a assistir algumas séries, mais especificamente Buffy e Gilmore Girls (que entrou dia 1 na Netflix ♥). Gostei mais da segunda, embora tenha passado grande parte do tempo problematizando alguns comportamentos da Lorelai do que só curtindo a série mesmo, hahaha!
Como essa primeira semana de férias foi bem tranquila, não tenho nada muito emocionante pra dividir com vocês - contudo, estou com alguns memes acumulados, e acredito que seja o momento perfeito pra soltar um deles aqui 8B Ouso dizer que este é o primeiro meme ao qual a Tenie me indica! ♥ Ele me pareceu divertido - embora difícil, tem algumas perguntas nas quais eu nunca pensei e terei de pensar tipo, agora, JÁ!
Click Your Heart é um web-drama sul-coreano lançado em março de 2016. A história gira em torno de Kwon Min Ah, uma jovem azarada da qual as pessoas acabam se afastando por medo de se prejudicarem com a sua "aura negra". Isso, contudo, não parece ser motivo bom o suficiente para quatro garotos, que não conseguem ver nada além de uma jovem inocente e desastrada que acaba levando a culpa por uma série de infortúnios.
O web-drama é bem curtinho: são 7 episódios com cerca de 15 minutos cada. A história também é o clichê de sempre (mangás shoujo mandaram beijos). A graça de Click Your Heart? Escolha sua história!
Click Your Heart funciona num sistema de rotas. O primeiro episódio faz a apresentação geral do enredo e, a partir dele, a história se divide em duas partes. Você escolhe a sua rota preferida e, eventualmente, escolhe com qual dos quatro garotos Min Ah terminará! Não entenderam? Calma, eu explico de novo.
Sabem os otome games? Você escolhe seu personagem favorito e, consequentemente, realiza algumas ações que levam ao final com esse personagem. Essa é a sua 'rota'. Click Your Heart funciona da mesma maneira - portanto, ao assistir, você precisa assistir aos episódios numa determinada ordem para que façam sentido.
Créditos ao DramaFever pela imagem
Para ficar ainda mais fácil, eu separei as rotas pra vocês. Observem:
Ro Woon: episódios 1, 2 e 4
Da Won: episódios 1, 2 e 5
Ju Ho: episódios 1, 3 e 6
Chani: episódios 1, 3 e 7
Levem em conta que, se você não seguir nenhuma rota, a série simplesmente não faz sentido algum. Portanto, você precisa escolher um caminho para que a história tenha uma linearidade e, bom, não fique super confusa, hahaha!
Particularmente, eu gostei mais da Story B (Ju Ho e Chani), porque achei que trabalharam melhor o background da "garota azarada". Minha rota preferida foi a do Ju Ho - achei que o plot ficou lindo e bem mais natural, quase me deu a impressão de que era pra ser essa a história original. A rota do Chani também é bem elaborada, mas é mais puxada pro drama, eu acho (e o Chani me irrita um pouco com essa felicidade 220v dele????)
Min Ah mostrando ao Ju Ho quem manda na relação.
O web-drama provavelmente tinha intenção de promover o NEOZ, um grupo em vias de debutar da FNC Entertainment - a agência por trás da produção da série. Os garotos (tanto os 4 protagonistas quanto o grupo de dança que aparece na Story B) são membros do grupo, e a protagonista e as figurantes femininas são de outro grupo da agência, o AOA. Achei uma maneira bem criativa de divulgar os idols - mas, bom, Click Your Heart é um show de criatividade do começo ao fim! A trilha sonora também ficou por conta dos meninos do NEOZ, e já deu pra ver que vem coisa boa por aí.
Enfim, Click Your Heart é um drama curto, bonitinho e muito divertido! Pra quem se interessou, ele está disponível no DramaFever e também no Netflix (que foi onde eu vi o título). Fica aí a dica pra vocês num dia de tédio :D Espero que tenham gostado e que se divirtam muito com a história!