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Eu Fui | BTS em São Paulo

Demorei pra fazer esse post? Demorei.
Mas tenho motivos tho: é difícil falar sobre o que foi ver o BTS em carne e osso, em parte porque foi fantástico, e em parte porque foi ordinariamente real. O ponto é que: no dia 25 de Maio foi o primeiro show da LOVE YOURSELF - SPEAK YOURSELF Tour no Brasil, e eu estava lá entre as mil e tantas pessoas que gritaram por duas horas e meia no Allianz Parque.
Minha história com o BTS não é longa - comecei a acompanhar o grupo ativamente em 2016, com Blood, Sweat & Tears (do álbum Wings, que segue sendo meu favorito) - e nunca me denominei ARMY, pelo simples fato de não encabeçar fandoms desde nunca. Apesar disso, o BTS tem sido uma das poucas coisas que eu tenho conseguido acompanhar, que tem me divertido ao longo dos dias e, quando a WINGS Tour foi anunciada, eu estava preparadíssima pra comprar meu ingresso e ver o show. Minha surpresa foi ter ficado de fora porque as entradas esgotaram em poucas horas, e embora não tenha chorado e sofrido horrores como muita gente, fiquei bem chateada.
Dessa vez, já preparada pra correria, fiquei à postos e assim que abriram as vendas, comprei os ingressos. Confesso que, na hora, quase chorei, porque achei que não ia mesmo conseguir de novo - mesmo tendo iniciado minha compra às 10:01 e levado cerca de 25min pra finalizar a mesma.
Ingressos comprados, o negócio era esperar o show acontecer, e o objetivo hoje é tentar traduzir minha experiência em palavras pra vocês: desde os preparativos, as coisas negativas e a experiência incrível que é ir a um show tão bem elaborado.
Sigam-me os bons!
Primeiramente: 9h de espera
A primeira coisa que me decepcionou com a organização (brasileira, no caso), foi que os ingressos não vinham com cadeiras numeradas. O Allianz Parque é o estádio do Palmeiras, eles trabalham com públicos grandes diariamente (só na inauguração, venderam 22mil entradas antecipadas), e os ingressos para os jogos costumam vir enumerados. Eu suponho que, em função da demanda absurda, eles simplesmente excluíram essa opção: você podia escolher onde queria o seu ingresso por causa dos preços variados, mas era isso: você escolhia local e portão, mas conseguir um lugar bom depois disso dependia totalmente de você.
Minha amiga recomendou que tentássemos comprar algo mais próximo da lateral do estádio, pra que a gente tivesse uma visão boa do palco inteiro e não ficasse muito distante. Não tinha como escolher a sessão, mas nossa entrada nos permitia sentar na área que ela tinha escolhido, então decidimos só chegar cedo e torcer pelo melhor.
No dia, acabamos indo de transporte público pra evitar trânsito - o que foi uma boa ideia, chegamos lá em cerca de 25min e pegamos a linha vermelha VAZIA (paulistanos sabem: é um milagre). Chegamos em frente ao estádio por volta de uma 10h15, ou seja: 9 horas antes do show, que estava agendado para as 19h. E acreditem: ficamos cerca de 2km de distância da entrada, porque a fila já estava enorme.
O Allianz tem capacidade para 55mil espectadores e, como o palco tampa parte da arquibancada, foram vendidos cerca de 46mil ingressos, se não estou enganada. Então a primeira dica para show grande é: se não tem cadeira enumerada, sim, chegue cedo. Nós chegamos 5h antes de abrirem os portões, e já sabendo que íamos enfrentar isso e um pouco mais, fomos com lanches feitos em casa, água, capas de chuva, tudo em sacolas - porque não podia entrar quase nada no estádio, inclusos alimentos, garrafas de água, guarda-chuvas e bolsas maiores que 30x20cm (já fica a dica: cheque essas coisas no site de vendas e no próprio espaço de realização, pra não acabar perdendo algo).
Depois de cerca de 5h30, a gente finalmente entrou: e aí samos correndo loucamente, porque já tinha uma galera dentro do estádio quando conseguimos entrar.
A espera, dentro do estádio

Depois que entramos, aconteceram várias coisas: precisamos descartar nossas garrafas d'água e algumas comidinhas que haviam sobrado - e só então nos disseram que poderíamos levar pequenos alimentos industrializados, desde que ainda lacrados, como barrinhas de cereal e pacotes de bolacha. Corremos até onde ainda tinham lugares vagos na área que queríamos, asseguramos nossos lugares e aí começamos a nos organizar: compramos água, ficamos de olho nos preços da comida (que é bem cara, varia de 10 a 30 reais e não tem muitas opções não) e aproveitamos pra ir ao banheiro (que foi um inferno, a mulher brasileira não sabe cuidar de um banheiro público, gente).
Enquanto aguardávamos, visto que os portões abriam cerca de 4h antes do início do show, os telões ficaram exibindo todos os clipes do BTS (com exceção de War of Hormone, que não passou nenhuma vez, e sabemos porquê o grupo deixou de performar também). Do debut até o último comeback antes de Boy with Luv, o estádio cantava em coro enquanto esperava as coisas se desenrolarem.
Além disso, lá dentro havia uma área vendendo itens oficiais do BTS, até onde sei blusas de moletom, camisetas e as famosas ARMY Bombs, o lighstick oficial do grupo. Os preços das roupas variavam de R$ 130,00 à R$ 180,00, parece, esgotaram rápido, e as ARMY Bombs estavam saindo por R$ 250,00. Acabei não comprando nada, embora tivesse guardado dinheiro, porque achei caro (e é difícil achar roupas pro meu tamanho) e julguei que não ia usar mais vezes (embora o lighstick, descobri, estava é barato, e tem uma função bacana que faz diferença durante o espetáculo).
Pra resumir: fiquei gritando com o povo enquanto exibiam os clipes, e descobri que ARMY-BR não faz fanchant: a gente canta a música inteira com o artista mesmo e é isso aí.
O hype
Uma coisa que eu queria comentar, que pode ou não aliviar fãs que ainda não conseguiram ir ao show, é que rola sim um hype muito grande. E em alguns aspectos, problemático.
O BTS é um grupo talentoso, auto-produzido, com uma equipe criativa que faz um espetáculo fantástico (quantos shows com castelinho inflável no palco vocês já viram? Pois BTS tem, senhoras e senhores). É um grupo bom, o espetáculo é maravilhoso, e podemos esperar tudo isso que falei de um show de grande porte: os preços, a espera, etc e tal.
Agora, eu nunca esperaria na minha vida ir num show em estádio onde eu visse crianças de 7 a 10 anos na pista. Vi várias menininhas na fila pras quais perguntamos: "ah, qual seu integrante favorito?", e que não sabiam sequer o nome dos membros do grupo, mesmo os que gostavam (e embora o coreanos tenham nomes difícil de falar, alguns como Jin, V e Jimin são relativamente práticos), o que me levou a perceber o seguinte: o BTS é o novo Pokémon, o novo RBD, o novo Carrossel. As pessoas começaram a falar do BTS, a TV começou a exibir o BTS, e eles são a nova sensação de mercado, não só da música.
Até aí, acredito que muitas pessoas que foram ao show não são fãs do pop coreano, da cultura sul-coreana ou do grupo em si, mas os amiguinhos da escola estão falando do BTS, então 'eu preciso ser fã disso também'. Some isso a pais que não economizam na hora de mimar os filhos, e você tem 90mil ingressos esgotados em questão de horas. O que me preocupa é: imaginem meu desespero ao ver menininhas miúdas, de menos de 10 anos, no meio da PISTA. No meio do arrasta-arrasta, podendo passar mal e tudo o mais. Taí pra mim o único ponto negativo desse hype: algumas pessoas não sabem ao certo o que é "bêtêésse", esses "chinesinhos dançando", e olha a situação na qual eles se colocam.
Por outro lado, conversei com alguns pais na fila, e muitos disseram que foram pesquisar o que era "esse tal 'bítíéss'" que as filhas adoravam, e se encantaram com a superprodução do grupo - o que nos levou a falar sobre como isso é o KPop e quanta coisa bacana tem pra aprender ali. Esse é, na minha opinião, o ponto positivo do hype: disseminar uma cultura diferente, e aumentar a aceitação de pessoas que gostam de coisas diferentes na nossa sociedade.
O Show

O show em si é tudo o que a gente vê pelo youtube, gente: tem VCR, tem pausa pra conversar com os fãs, é super-produzido mesmo, tem fogos de artifício, fogo no palco, confete, estátuas e palco que muda de cor e mexe: sim, é isso tudo e muito mais.
Antes de falar do espetáculo que o BTS entregou em São Paulo, contudo, eu queria falar um pouco da minha experiência indo a um show grande pela primeira vez, e também das coisas não tão boas assim - porque por mais fã que eu seja, acho que tive uma noção relativamente idealizada de algumas coisas e queria falar sobre isso também.
Pra começar, se você espera que ir a um show tão grande é uma forma de ver o artista de perto, não se iluda com isso: é praticamente impossível. Mesmo pra quem está na pista, o palco é muito alto, e a não ser que você esteja grudado perto dos meninos, é quase impossível de vê-los. Estar na pista também pressupõe mais horas na fila (algumas pessoas estavam acampando lá desde quando eu fui buscar meu ingresso, ainda em março), mais tempo em pé, não poder sair do seu lugar pra não perdê-lo e ser empurrado por pessoas. Por mais que pareça valer muito a pena "chegar perto do artista", a maioria dos relatos que a gente vê na internet é: passei mal, tive que sair, perdi meu lugar e nem lembro direito do show. Sinceramente, eu acho que a opção "ver o artista de perto" é algo que a gente consegue em fan-meetings e meet & greet, e não num concerto.
Por outro lado, ficar na arquibancada equivale a ver formiguinhas. A luz era bem forte e dependendo da cor da roupa dos meninos, eu não conseguia distinguir quem era quem - e isso porque fiquei na arquibancada inferior, na lateral, que era bem mais próxima do palco. Acabei dividindo minha atenção entre o palco e os telões, porque às vezes eu queria ver a coreografia direito, às vezes queria ver a cara dos meus lindos, e fiquei dividida entre as duas coisas. Notei também que o show é idealizado pra que você assista pelo telão mesmo, de certa forma, porque em muitos momentos haviam efeitos nas imagens de acordo com a performance, então houveram alguns momentos que nossa atenção era mais atraída aos telões do que ao palco em si.
Outra coisa que me desanimou um pouco foi o setlist, porque muitas músicas que eu amava não estavam nele, e algumas que eu queria muito ter visto a coreografia, eles não dançaram - o que se justifica por mil e uma razões, mas me deixou um pouquinho frustrada sim. Vou xingar muito no twitter? Certamente não, mas é nesse ponto que eu falo: às vezes a gente vai superestimando algo e acaba frustrado por não ser como nós esperávamos, eu acho.
Por fim, por algum motivo bizarro, eu não conseguia ouvir muito bem a música e as vozes do BTS por baixo do coro da platéia. Eu e minha amiga estávamos na direção de dois sets de caixas de som de pelo menos uns 3m de comprimento, e ela me disse que ouviu tudo perfeitamente. Minha teoria é que, possivelmente, a frequência do som estivesse bem naquela área onde eu tenho uma deficiência auditiva - daí haviam músicas que eu conseguia escutar melhor e algumas que eu ia gritando junto no feeling mesmo, porque eu ouvia bem baixo. Parece que o problema foi só comigo, no entanto, então é... Trágico.
Mas e aí, vale à pena?
Isso tudo dito, por que então pagar tão caro pra ir num show desses? É bem simples: a experiência.
Uma coisa é você assistir pela tela do computador, da TV, e outra coisa é estar ali com aquela gente toda que gosta da mesma coisa que você. O show do BTS em si é muito focado na performance - como eu disse, tem vários elementos que fazem nossos olhos brilharem em admiração. É um espetáculo mesmo, e além disso tem também as organizações que o fandom fez pra integrar todo mundo com as performances (vou falar disso de novo mais pra frente). O show não é só ver o artista, mas viver a experiência de estar ali naquele momento, de gritar suas músicas favoritas, fazer algo junto com toda uma galera que está ali pelo mesmo motivo que você - e claro, o espetáculo por si só, que é maravilhoso.
Agora sim, meu fangirlism

A única foto que não é minha, mas esse post não podia ficar sem o Jimin né gente

Falando agora só sobre o show e como foi pra mim, a primeira coisa que vocês precisam saber é que eu não tirei fotos nem filmei muita coisa porque eu estava muito concentrada em viver o momento. Pra vocês terem noção, depois que acabou eu me dei conta de que não tirei uma única foto do Jimin, que é meu integrante favorito do grupo (porque claro, toda vez que ele aparecia eu só não parava de respirar pra dar toda a minha atenção pra ele porque precisava de oxigênio no meu cérebro pra armazenar todas as lembranças desse momento maravilhoso).
Apesar disso, consegui registrar algumas coisas sim.
Pra começar, como eu disse mais acima, o show não contou com músicas dos álbuns mais antigos (NÃO TOCOU BLOOD, SWEAT & TEARS, SÓ A MINHA MÚSICA FAVORITA, QUE ME COLOCOU NESSE FANDOM, QUE AFRONTA BTS) - o setlist tinha canções do álbum mais recente (Map of the Soul: Persona) e algumas do anterior (Love Yourself: Answer). Assim, contamos com performances solo de cada integrante, uma performance da Vocal Line e uma da Rap Line, e o restante com o grupo completo.

SUGA performando seu solo, Trivia: Seesaw

O grupo abriu o show com Dionysus, que foi executada do jeito que vemos nos music shows coreanos (com exceção de uma mudança leve na coreografia, que eu acho que foi para poupar os meninos da exaustão de se jogar no chão toda vez): a abertura foi suntuosa, com duas panteras prateadas infláveis gigantes e todos aqueles monumentos inspirados na cultura greco-romana. Bem chique.
Das demais performances grupais, acho que a única que contou com uma estrutura extra foi Anpanman, que tem um castelinho inflável armado no palco (que vira um espetáculo à parte, porque a gente não sabe se olha o integrante que está cantando, ou os membros causando em cima do negócio).
As performances solo foram Trivia: Just Dance, do J-Hope, Euphoria do Jungkook (na qual ele fica suspenso por cabos de aço em grande parte da performance, sobrevoando a platéia, e é a coisa mais linda), Serendipity do Jimin (na qual ele surgiu etéreo em uma bolha de sabão que ele estoura depois - pra daí seduzir a gente com a coreografia impecável de sempre), Trivia: Love do RM (que contava com alguns efeitos 3D interativos na exibição dos telões), Singularity do V (que apesar de contar com mais coreografia, nos deixou vidrados nos telões, porque sir Kim Taehyung fez o favor de encarar as câmeras e seduzir todas as pessoas presentes naquele estádio, senhoras e senhores), Trivia: Seesaw do SUGA (que é o meu solo favorito da rap line e teve o fundo mais bonito de todos) e, por fim, Epiphany, do Jin (que foi uma das performances mais emocionantes, em parte pela organização que o fandom fez pra esse momento, em parte porque é uma música que eu acho tocante em geral).


Agora, uma coisa que contribuiu muito pra experiência pra mim foi ver a união das ARMYs brasileiras, algo que eu de verdade não tinha considerado muito quando decidi ir nesse show.
Enquanto estávamos na fila, algumas meninas entregaram pra gente um pedaço de celofane amarelo cortado, dizendo pra colocarmos na lanterna do celular, porque íamos usar quando o grupo executasse a canção Mikrokosmos (que, se não me engano, é a "fan song" desse último álbum). A princípio, eu e minha amiga achamos que o estádio ia ficar amarelo por algum motivo. Eu já havia visto que os meninos vinham pedindo para as fãs usarem a lanterna dos celulares em uma live - em parte, porque suponho que as fãs internacionais não comprem tantas ARMY Bombs como as coreanas, embora houvesse uma quantidade considerável no estádio. Até aí, só fiquei admirada com a dedicação de cortar tantos pedaços de celofane.
Para a nossa surpresa, quando Mikrokosmos começou a tocar, nós vimos uma bandeira do Brasil surgir no Allianz Parque: não só as ARMYs brasileiras distribuíram papéis coloridos para quase todos os fãs presentes, como também se organizaram de maneira que cada nível do estádio estivesse com as luzes de uma cor específica: próximo do palco e no início da pista, as luzes eram brancas; do meio pro final, azuis; na arquibancada inferior, amarelas e, por fim, verdes na arquibancada superior, como vocês podem ver nas fotos acima. Foi a coisa mais linda de se ver, e a sensação de participar daquilo também era ótima!
Outra coisa também organizada pelas ARMYS BR foi distribuir corações na fila, para que a gente erguesse quando o Jin cantasse Epiphany - uma música que fala de amor próprio acima de tudo ("Nesse mundo, sou eu quem eu deveria amar/O eu brilhante, minha preciosa alma/Eu finalmente percebi, então eu me amo/Nem tão perfeito, mas tão lindo/Sou eu quem eu deveria amar"). Foi o momento mais emocionante pra mim: o estádio inteiro ergueu corações, e cantou em coro sobre a importância de amar a si mesmo antes de amar outra pessoa; sobre sermos lindos e brilhantes mesmo com nossas pequenas imperfeições, porque elas nos fazem o que somos. Essa é, pra mim, uma das músicas mais lindas do BTS, com uma das mensagens mais importantes dentre tantas outras que eles já nos trouxeram com sua produção.
Por fim, quando a gente entrou no estádio, a staff do Allianz Parque nos entregou alguns banners, gratuitos, que aparentemente também foram produzidos pelo fandom brasileiro, pra que a gente erguesse num momento específico do show (chamado de 'ARMY TIME') com uma mensagem para o BTS. Foi bonitinho, mas pra mim serviu mais como uma lembrança de ter estado lá, porque achei que a bandeira na arquibancada e os corações em Epiphany foram mais emocionantes.


Durante os momentos de interação com o público, os integrantes tentaram falar português várias vezes (reverenciemos Jungkook que incorporou o espírito do brasileiro e mandou um meme no meio do discurso dele sim - Juntos e Shallow Now!), mas contamos também com um tradutor que auxiliou os integrantes que falaram em coreano (força pra esse guerreiro, que quase desesperou quando o Jimin começou seu discurso - tava inspirado o rapaz, gente). Fiquei um pouco triste que o Jimin não estivesse bem, e depois de ele ter chorado em The Truth Untold, ele pareceu desanimado ao longo de todo o resto do espetáculo - foi uma pena, de verdade, porque até então (e depois disso também) ele mandou muito bem, e ninguém tinha percebido que a garganta dele estava ruim. Eu tive um feeling que ele havia desafinado na hora, porque é muito comum que ele seja exigente consigo mesmo - mas depois várias fãs comentaram que durante o sound check ele estava tossindo e colocando a mão na garganta em vários momentos. Mesmo assim, ele estava perfeito, e eu provavelmente não teria dado bola pra qualquer erro vocal mesmo que tivesse notado - só é triste pensar que pra nós estava sendo uma experiência tão maravilhosa e ele possa ter pensado que não entregou o suficiente de si pra isso acontecer.
[EDIT 02/06] Uma amiga me alertou ao fato de que o Jimin se explicou no segundo dia de show, dizendo que seu "corpo não estava muito bem", mas que ele havia chorado porque se emocionou com o público cantando junto com ele. Such a sweet mochi ;w;/~
Por fim, os meninos se despediram da gente enquanto ainda cantávamos Mikrokosmos, finalizando com um show pirotécnico maravilhoso e com um totem que levantou do chão do palco com o emblema do grupo. Particularmente, eu aguentaria mais 3h de show - mesmo com as minhas pequenas frustrações, a experiência é maravilhosa, e eu já tenho certeza absoluta que vou acampar de novo na próxima vinda deles por aqui (QUE PRECISA ACONTECER, ME AJUDA DONA BIGHIT NUNCA TE PEDI NADA).
Pra encerrar, embora esse post esteja enorme, eu sinto que não falei de tanta coisa - em parte porque é difícil traduzir em palavras e, por outro lado, porque se eu for falar de cada detalhe, acho que não paro mais. Pra qualquer um que tem vontade de ir a um show de KPop, fica o meu incentivo; e se houver qualquer outro artista que você goste e queira ver, fica outro incentivo também. Espero que essa turnê linda, com tantas mensagens positivas e amáveis, me ajuda também a amar a mim mesma, e a falar por mim mesma ♥

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Written by Shana | 31 de maio de 2019 | 4 Comentários | link to this post



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